Inovação no SNS

A partir de agora já pode saber o tempo de espera na urgência sem sequer sair de casa. Para isso basta aceder ao novo portal do SNS e assim tem acesso aos tempos de espera, conseguindo escolher o hospital ao qual se deve deslocar para esperar o menor tempo possível por uma consulta.

Esta nova ferramenta do Serviço Nacional de Saúde surge no seguimento de um despacho, que foi apresentado em meados de janeiro, o qual obriga a que se tornem públicos os tempos de espera de todos os serviços de urgência do país. Com esta nova mecânica é dada a hipótese ao utente de escolher o hospital com o menor tempo de espera para ser atendido o mais rapidamente possível.

Para além dos utentes, também os médicos de família conseguirão facilmente perceber para que hospital devem encaminhar os doentes, quer se trate de uma consulta de urgência, quer seja uma consulta de especialidade.

Os hospitais, que ainda não tenham esta funcionalidade ativa, terão que apresentar os tempos de espera nas urgências até dia 1 março, data limite fixada pela lei. Podem-se contar mais de 60 instituições abrangidas pela nova medida.

Este novo portal foi apresentando esta segunda-feira pelo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, e está disponível no seguinte endereço: sns.gov.pt.

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Fonte: Notícia ao Minuto

Guess What e Improve criam fundo de um milhão para start-ups

Guess What, em parceria com a Improve, empresa do grupo Guess What, acabou de criar um fundo de um milhão de euros, a distribuir nos próximos quatro anos por start-ups com ADN inovador e, tendencialmente tecnológico. Os fundos serão alocados em serviços de comunicação e inovação, destacando-se o apoio ao nível da comunicação, processos de internacionalização, obtenção de financiamento, inovação e transformação do negócio, registo de patentes, entre outros relevantes ao crescimento das start-ups apoiadas. A contrapartida deste apoio prevê a cedência de uma percentagem da sociedade ao grupo Guess What, a rever após quatro anos.

Este investimento prende-se com dois aspetos: a crença, da Guess What, no desenvolvimento empresarial através da inovação e, em muitos casos, de base tecnológica, que permitem adicionar valor ao ecossistema de negócio, entre parceiros e, por fim, ao consumidor. Por outro lado, acredita que estas empresas, que arriscam iniciar-se num ambiente económico e empresarial tão desafiante como o atual, têm provavelmente um tremendo potencial para fazer a diferença e estão dotadas de um forte know-how técnico, mas apresentam por vezes lacunas ao nível de recursos complementares à atividade que empresa pretende suprir, com os apoios previstos neste fundo.

A Guess What vai selecionar e apoiar o desenvolvimento de empresas com estas características e necessidades, com a certeza de que, através deste modelo de colaboração, serão parceiros de boas estórias empresariais de sucesso.

Fonte: Meios e Publicidade

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Tablets, os novos brinquedos?

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Para as crianças desta geração a tecnologia faz parte do seu dia-a-dia, por isso é que Hugo Ribeiro estranhou que o brinquedo de eleição das suas filhas fosse o iPad. No entanto, o que o preocupou foi a falta de interação das crianças com brinquedos reais, que pode resultar numa perceção espacial pouco desenvolvida. Foi a partir deste impasse que Hugo desafiou Pedro Branco, professor universitário e investigador, e Carina Figueiredo, com experiência de interação com crianças através da componente tecnológica a criarem juntos um sistema que permitisse juntar os dois lados da brincadeira. Surge assim magikbee, com três jogos: Hidden Shape, para crianças entre os 3 e os 5 anos, Dino Blocks, dos 4 aos 6 anos e Runaway, dos 5 aos 8; e um kit de brinquedos de madeira que interage com o tablet, onde estão instalados os jogos, assim as crianças não perdem nenhuma das dimensões.

“O nosso objetivo foi criar jogos para crianças de todas as idades, de maneira a que elas gostem, consigam fazer interagir objetos reais com a tecnologia. Nos níveis mais avançados, as crianças vão ainda precisar de adultos para conseguirem passar de nível, o que faz com que integrem adultos nas suas brincadeiras”, explica o cofundador do projeto.

Por enquanto, a equipa da startup continua a trabalhar no registo das patentes e, por isso, pouco pode adiantar acerca da tecnologia, e para conseguirem produzir os primeiros 5000 kits, os fundadores da magikbee avançaram com uma campanha de crowdfunding na plataforma IndieGogo, uma das mais concorridas a nível mundial, que tem como objetivo angariar 37 mil dólares até 20 de janeiro.

Fonte: Dinheiro Vivo

Está destinado a ser um empreendedor?

Empreendedorismo – por um lado liberdade e flexibilidade, por outro, grande responsabilidade e uma maior necessidade de disciplina, ser empreendedor não é para todos. Como saber se é, ou poderá ser, um bom empreendedor?

Existem 7 sinais que podem revelar essa faceta:

  1. Ter iniciativa: iniciativa é crucial para empreendedorismo. Como pode saber se tem iniciativa? Ao ter estado envolvido em grupos ou causas sem retorno monetário, ao ter criado uma organização na faculdade, ao ser voluntário de uma instituição, são alguns exemplos.
  2. Ter paixão: Uma atitude de indiferença não está associada a um empreendedor de sucesso. É preciso gostar mesmo daquilo que se faz, pois é necessário ter força para superar os obstáculos, por vezes inevitáveis. Um negócio raramente tem sucesso do dia para a noite, é preciso estar preparado e acreditar, mesmo, no empreendimento para superar possíveis deceções.
  3. Ter competências sociais: Ser solitário não o impede se tornar um potencial empreendedor, no entanto, a falta de bom senso social poderá ser um obstáculo para o sucesso. A comunicação e a interação são uma necessidade em qualquer negócio, sem estas capacidades poderá ter mais dificuldade em formar parcerias, em atrair clientes e até mesmo networking dentro da empresa.
  4. Não aceitar um “não” como resposta: “Dar-se” facilmente não costuma ser uma característica muito habitual entre empresários. É preciso proteger o seu negócio, o sucesso exige perseverança, capacidade de persuasão e pensar “fora da caixa”. Por vezes leis, códigos podem transformar-se em obstáculos para o crescimento do seu negócio, é preciso ter força para superá-los.
  5. Ser criativo: A criatividade não é apenas uma qualidade encontrada em artistas e escritores, é também uma característica comum em empreendedores, como encontrar formas inovadoras para resolver problemas comuns. Estudos concluíram que apenas 47% das pessoas são criativas.
  6. Ser competitivo por natureza: Existe uma razão para as empresas apostarem no recrutamento de desportistas para posições de vendas e de negócios, existe, tanto no desporto como nas empresas, o desejo de criar estratégias para alcançar vitórias. Se fez parte de uma equipa desportista em crescimento ou vencedora, ao ser confrontado com um pouco de rivalidade já tem o que é necessário para ser um empreendedor. A natureza competitiva irá forçá-lo não apenas a ser melhor mas sim, ser o melhor.
  7. Ser trabalhador: Quem está disposto a dedicar-se ao trabalho é, habitualmente, quem tem a maior recompensa. Se for o tipo de pessoa que só quer fazer o mínimo possível, a carga de trabalho do empreendedorismo vai vencê-lo. Os empreendedores não se deixam vencer pelo excesso de trabalho, por trabalhar no fim-de-semana ou pelos sacrifícios para o sucesso do seu negócio. Se não estiver disposto a despender do seu tempo a sua ideia nunca sairá do papel.

Fonte: Entrepreneur

Calças de ganga tecnológicas? Uma evolução do têxtil?

Não vamos começar a vestir tecnologia, mas sim adaptar a tecnologia ao que vestimos. Confuso? Miguel Carvalho, professor de Engenharia Têxtil na Universidade do Minho, pensou em criar funcionalidade, e foi assim que surgiu a ideia de adaptar a tecnologia ao vestuário e posteriormente a um produto, concebido no MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Desde 25 de novembro que se pode contribuir para esta reinvenção das calças de ganga no Kickstarter, a marca FYT Jeans tenciona conquistar , no primeiro mês, um mínimo de 30 mil euros para financiar o arranque da produção destinada à Europa e aos EUA.

O projeto FYT Jeans surge a partir do estudo do comportamento das pessoas. Nos dias de hoje seria de estranhar que fossem as pessoas a adaptar-se ao que vestem e não o inverso.

Em 2011, quando Miguel Carvalho se tornou professor convidado no MIT, nos EUA, conheceu Elazer Edelman, médico cardiologista, diretor de Centro de Engenharia Biomédica do MIT e diretor do Centro de Ciências da Saúde e Tecnologia da Harvard Medical School. Juntos, passaram os anos seguintes nos laboratórios a estudar engenharia têxtil e anatomia. Usaram scanners 3D, imagens termográficas e sensores termodinâmicos para medir tensão, pressão e temperatura com diferentes posições do corpo. A partir desta informação, desenvolveram umas calças de ganga que reduzem até 90% a compressão e minimizam a concentração localizada de temperatura e pressão. Mais informações no vídeo aqui.

Após vários protótipos, na busca da otimização de materiais e do design, foram já registadas patentes para o design final dos FYT Jeans, com modelos para homem e mulher, na Europa e nos EUA.

Apesar da startup estar sediada em Cambridge, a produção será feita em Portugal.

Fonte: pplware SAPO

Tem uma startup e precisa de uma assistente pessoal?

E se tivesse alguém que agendasse reuniões, encomendasse serviços, procurasse escritórios, reservasse viagens ou mesas em restaurantes?

Por vezes a quantidade de tarefas agendadas pode ser complicado de gerir, uma assistente virtual pode se transformar numa ajuda preciosa.

Filipe Moreira criou o serviço da Uask4.me, com o objetivo de facilitar a vida aos fazedores que não querem perder tempo em tarefas como agendar reuniões, encomendar serviços, procurar um novo escritório ou reservar uma viagem de negócios ou uma mesa para almoçar. A principal ideia é ajudar startups e os seus fundadores a reduzir o tempo que gastam em tarefas que podem ser resolvidas por assistentes virtuais, através de SMS’s gratuitas ou via Whatsapp.

Este serviço liga os empreendedores e as suas equipas aos assistentes virtuais, através de uma SMS, o contacto entre ambos é desta forma curto, rápido e objetivo mas não deixa de parte o fator humano.

Por enquanto, para aderir ao Uask4.me, pode-se optar por três pacotes mensais distintos. O primeiro custa 29 euros e dá acesso a uma assistente virtual disponível das 9h às 18h para 10 tarefas por mês, com respostas no próprio dia. Por 55 euros mensais, o número de tarefas sobe para 20 e por 129 euros sobe para 50 tarefas. Em qualquer um dos casos, qualquer membro da equipa pode utilizar o serviço. Mais informação aqui.

Fontes: Dinheiro Vivo | Observador