Startups portuguesas no TOP 50!

Foi divulgado o Top 50 de startups do Pioneers Challenge e duas delas são portuguesas!

As startups vêm de 21 países e pertencem a diversas indústrias como Mobilidade e Tranporte , Mundo Digital e Entretenimento, Energia e Ambiente, entre outras. Cuckuu – It’s Time e Sensefinity – The Internet of Things for the masses estão nesta lista.

logo_pioneers_festival

Aprender a comunicar apenas com um jogo de cartas

A Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Necessidades Especiais – Leque, sediada em Alfandega da Fé, apresentou a primeira linha de material lúdico-didático inclusivo em Portugal.

O projeto EKUI (Equidade, Knowledge, Universalidade e Inclusão) começou a ser idealizado em 2008. Após uma fase de investigação e validação científica foram produzidos dois mil exemplares. O jogo pode ser usado por todas crianças desde o jardim-de-infância, mas também ajudar na reabilitação de adultos que tenham sofrido, por exemplo, um Acidente Vascular Cerebral (AVC).EKUI

Portugueses no espaço?

A empresa portuguesa Load Interactive venceu o Space Apps Challenge 2015, organizado pela NASA , na categoria “Most Innovative Use of ‪#IBM‬ Bluemix”. A equipa de Aveiro criou a aplicação móvel Space Stuff, que convenceu o júri deste concurso internacional.

A Load Interactive criou em 36 horas uma app, para dispositivos móveis, que permite aos utilizadores interagir com os astronautas. Através dela, é possível encontrar o ‪astronauta através de realidade aumentada, comunicar com ele via Twitter e saber mais sobre o próprio astronauta.

International space apps

Startup portuguesa adquirida pela TripAdvisor

A startup que Ricardo Sécio lançou em 2011, em Lisboa, foi adquirida pela norte-americana TripAdvisor. É a quarta aquisição que a tecnológica realiza desde o início de 2015. A notícia da compra da BestTables chega cerca de um mês depois de a portuguesa Farfetch ter sido avaliada em mil milhões de dólares.

“As coisas estão definitivamente a mudar. Portugal tornou-se num dos países mais interessantes para criar startups na Europa, por um misto de razões “, disse Hugo Pereira.Trabalhadores qualificados a um custo competitivo, o nível de inglês, as infraestruturas tecnológicas ou o facto de Lisboa se ter tornado num destino turístico “popular” são alguns dos pontos de interesse sobre Lisboa, segundo o investidor.

Hugo Pereira diz que o país está a viver uma altura única para investir. “Há dois anos era muito difícil convencer investidores de topo do Reino Unido, por exemplo, a virem cá. E hoje já vimos pessoas dos melhores fundos a virem cá perceber o que estamos a fazer“, acrescenta.

best tables

Os Piratas Portugueses andam pelo mundo!

A Startup Pirates é um programa de uma semana que permite aspirantes a empresários a entrar no mundo das startups e aprender a desenvolver uma ideia de negócio. Com uma abordagem prática e com um grande apoio de uma vasta comunidade de empresários experientes, combina oficinas e mentoring com o foco claro em acelerar o desenvolvimento de empresários.

Startup-Pirates-Logo

“Um dos objetivos da nossa metodologia é mostrar que, se tivermos de falhar, é melhor falharmos o mais cedo possível”, explica Rafael da Startup Pirates.  Há, nisto tudo, um número que convém não esquecer, mesmo quando as coisas parecem estar a correr bem: “90% das startups falham”, lembram os “piratas”.

Neste momento a Startup Pirates está presente em 18 países e 31 cidades e dos seus programas já saíram 90 startups com projetos vivos.

Pavor de agulhas?

No âmbito do concurso de protótipos inovadores do Programa INESPO, André Moreira, investigador do Centro de Investigação em Ciências da Saúde (CICS) da UBI e aluno de doutoramento em Bioquímica, apresentou recentemente um penso inovador de microagulhas que pode substituir a tradicional vacina.

Este penso apenas penetra a camada superficial da pele, sem provocar dor e não entra na corrente sanguínea, por isso, «não é necessário entregar uma grande dose porque não tem de andar por toda a corrente sanguínea», adianta André Moreira. Com esta inovação pretende-se facilitar o acesso a medicamentos, sendo que não necessita de um administrador. O investigador acredita que esta ideia pode reduzir os custos e o próximo passo é contactar a indústria farmacêutica para fazer chegar o penso com microagulhas ao mercado.

vacina