Cinco nomeações para melhores startups europeias!

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Os “The Europas”, prémios que distinguem as melhores startups tecnológicas europeias, deste ano contam com a incubadora Beta-i, as startups Chic by Choice, Farfetch e Unbabel e o co-fundador da Seedrs, Carlos Silva, como representantes de Portugal.

A Beta-i está na short list para as melhores incubadoras, Chic by Choice está nomeada para a melhor startup na área do vestuário e ainda podemos encontrar nesta categoria a Farfetch, a única startup unicórnio português, a Unbabel está incluída nas nomeações para a categoria de startup com maior crescimento do ano, Carlos Silva encontra-se também nos nomeados portugueses para as melhores startups europeias, um dos fundadores da plataforma de equity crowdfunding Seedrs pode receber, em conjunto com Jeff Lynn, o prémio para melhores fundadores de startups.

A 16 de junho será a entrega dos prémios, após a conferência “The Europas”, as votações começaram esta segunda e vão estar abertas até quinta-feira, 2 de junho, nesta página.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Sabe qual é o maior obstáculo à inovação?

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A 1.ª edição do Barómetro Inovação Empresarial, levado a cabo pela Improve e pela Spirituc – Investigação Aplicada, conclui que a pouca sensibilidade nas empresas portuguesas, ao nível de top management, é vista como o principal obstáculo à inovação. Este estudo, realizado junto de altos quadros de empresas a atuar em Portugal em áreas como a alimentar, indústria farmacêutica ou consultoria, conclui ainda que a falta de recursos financeiros e de recursos humanos qualificados são obstáculos à inovação no nosso país.

No âmbito das contrariedades à inovação, sabia que cerca de 70 % das empresas portuguesas considera que não existem incentivos ou recompensas para premiar a inovação? Pouca sensibilidade dos gestores de topo (80,6%), falta de recursos financeiros e inexistência de recursos humanos qualificados (56.5%). São estes os principais obstáculos à inovação nas empresas que operam em Portugal

“Com este estudo, percebemos que as empresas portuguesas valorizam a inovação e pretendem ter informação sobre ideias e projetos inovadores mas ainda assim não apostam na inovação devido a questões como a mentalidade do top management, a falta de recursos financeiros a pouca preparação dos seus recursos humanos. Ou seja as empresas portuguesas têm um destino, mas não sabem como lá chegar” afirma Renato Póvoas, diretor-geral da Improve.

Saiba mais aqui.

Startups portuguesas finalistas em Silicon Valley

Magikbee e Performetric, estão entre os finalistas da World Cup Tech Challenge, competição mundial que decorre a 1 de junho em Silicon Valley. As startups portuguesas estão presentes no evento com projetos que foram considerados pela organização sem fins lucrativos, Silicon Valley Forum, pertencentes à próxima geração de empresas tecnológicas emergentes.

As duas startups, integradas na Startup Braga, além dos seus projetos estarem na competição vão contar com investidores de capital de risco da cidade, administradores de várias empresas e órgãos de comunicação social.

Magikbee, desenvolveu uma tecnologia interativa que combina brinquedos tradicionais com as novas tecnologias, brinquedos de madeira que interagem com o iPad sem precisar de contacto físico.

Performetric, desenvolveu um sistema de monitorização de fadiga mental, o objetivo principal é melhorar a qualidade de vida e o desempenho individual dos seus utilizadores. Em contexto empresarial, pretende melhorar a eficácia dos colaboradores.

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Fonte: Observador

Porto: cidade do empreendedorismo?

Sabia que a região do Porto continua a representar a maior fatia do crescimento de startups (36% do total) ? Isto justifica-se com tradição burguesa da cidade e pelo espírito empreendedor do Norte de Portugal, onde estão instalados os grandes setores exportadores do país.

O empreendedorismo está a crescer bastante no nosso país, no entanto ainda se encontra bastante localizado em certos pólos e precisa de alguns incentivos.

Será fundamental contagiar o país com o efeito Web Summit? Saiba mais neste artigo de opinião do Económico.

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