Encontro de micro e pequenos investidores portugueses emigrados

Em dezembro, Sintra poderá ser o palco de um encontro de micro e pequenos investidores portugueses emigrados em várias regiões do mundo.

José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades, depois de se ter identificado mais de 5.000 pequenos empreendedores que são emigrantes portugueses, explicou que este encontro resulta do trabalho que está a ser realizado há dois meses no Ministério dos Negócios Estrangeiros e que permitirá o contacto dos empresários com os municípios portugueses.

Saiba mais aqui: Observador

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App portuense pode ajudar a evitar distrações ao volante

A HealthyRoad acaba de anunciar o lançamento de uma app que, emite alertas pelo telemóvel, sempre que são detetadas distrações ou sinais de sonolência do condutor.

Como funciona? Através da câmara frontal do dispositivo móvel, sempre que o condutor começar a adormecer ou se notar alguma falta de atenção, o telemóvel produz um aviso sonoro e visual de forma a acordar o condutor ou simplesmente relembrar o condutor de prestar atenção à estrada novamente.

A app por enquanto, está apenas disponível em versão Android.

Veja aqui e aqui alguns vídeos que mostram como a HealthyRoad tem vindo a desenvolver tecnologias de segurança rodoviária nos últimos dois anos de atividade.

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Fonte: Exame Informática

Seedrs chega à região do Benelux

A Seedrs, a maior plataforma europeia de equity crowdfunding, vai expandir a sua atividade na região do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo), abrindo um escritório em Amesterdão.

A empresa passa então a estar presente na capital holandesa com o objetivo de criar e fomentar relações entre as startups da região do Benelux e o ecossistema de investimentos em estágios iniciais, e ainda de captar novos negócios que possam recorrer ao financiamento na plataforma.

A abertura de mais escritórios no continente europeu está nas previsões futuras da empresa.

Saiba mais aqui.

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Uma Estrela de inovação em Lisboa

A Junta de Freguesia da Estrela, em Lisboa, merece destaque no que toca a inovação, só nos últimos dois anos recebeu quatro distinções (nacionais e europeias) por apostar na inovação digital.

Esta Junta de Freguesia, com perto de 20.000 habitantes, já compete com empresas como a Vodafone e a Sonae, algo inédito em Portugal! Poderemos considerar a Estrela uma startup? Segundo o presidente Luís Newton, “no limite”, a junta é uma startup.

Tudo isto começou o ano passado, dois anos depois de a Junta ter sido criada, no âmbito da Reforma Administrativa de 2013, que veio reorganizar o mapa das freguesias. E foi assim que a Estrela inovadora nasceu, com o projeto de Luís Newton com dois principais objetivos: aproximar a Junta de Freguesia dos moradores e otimizar os serviços e a produtividade dos trabalhadores, escolhendo o digital como o meio para atingir os fins.

Saiba mais sobre esta Junta da Freguesia aqui.

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Smart Cities & Startups

A conhecida revista britânica Monocle, na sua edição de julho/agosto, publicou o famoso top das 25 melhores cidades para viver, este ano Tóquio encontra-se no pódio enquanto Lisboa em 16º, um lugar que tem vindo a subir gradualmente.

Como é feita a seleção?

Os critérios utilizados pela revista são o que mais sobressai, como o número de ciclovias, as infraestruturas de comunicação disponíveis ou as condições dadas à classe criativa e empreendedora.

Como reconhecer uma smart city?

Segundo Miguel Castro Neto, professor e subdiretor da Information Management School da Universidade Nova de Lisboa (NOVA IMS), onde coordena a pós-graduação em Smart Cities, “é um aglomerado urbano que, tirando partido dos mais recentes desenvolvimentos tecnológicos disponíveis, procura responder às necessidades dos seus habitantes de forma sustentável e eficaz”. Nestas cidades, inovação, tecnologia e cultura participativa são fundamentais.

 “É uma cidade das pessoas e para as pessoas”, explica Miguel de Castro Neto, parafraseando Jane Jacobs, autora da obra “Morte e Vida de Grandes Cidades”.

É neste campo que as startups entram, onde representam uma alavanca para a construção e desenvolvimento destas cidades inteligentes, com a sua criatividade e pensamento “out of the box”.

Conheça alguns exemplos aqui.

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Growth Hacking, conhece o método?

Patrick Vlaskovits, líder da Super Powered e autor do livro “The Lean Entrepreneur”, e Casey Armstrong, especialista em marketing e fundador da FullStackMarketer.com, vieram a Portugal e deixaram alguns conselhos interessantes para quem gere um negócio: conheçam os vossos clientes e não usem métodos tradicionais para produtos inovadores.

Em junho, os dois especialistas estiveram em Portugal e deram uma aula de growth hacking na Beta-i  (associação para promoção do empreendedorismo). Este conceito foi criado em 2010 por Sean Ellis, Hiten Shah e pelo próprio Patrick Vlaskovits e é um método que se baseia em procurar e explorar novos meios e canais de venda de produtos de forma que os negócios cresçam.

Saiba mais aqui.

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Parqly, a grande vencedora do Big Smart Cities

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Parqly, a startup que tem como objetivo principal amenizar – ou sendo mais ambiciosos, resolver – os problemas de estacionamento das grandes cidades, é a grande vencedora da 4ª edição do concurso de empreendedorismo e inovação Big Smart Cities promovida pela Vodafone e pela Ericson.

O que pretende a app Parqly? Fornecer informação sobre o parque de estacionamento mais adequado para os condutores em termos de proximidade, taxa de ocupação e até mesmo o preço. Para além disso, apresenta uma ótima novidade: vai permitir reservar com antecedência o lugar de estacionamento pretendido, assim como fazer o pagamento do parque através do smartphone.

Com esta vitória, a startup, vai ficar incubada no Vodafone Power Lab, um centro de empreendedorismo e inovação da Vodafone Portugal, vai ainda ter a oportunidade de conhecer a sede e os polos de inovação da Ericson, em Estocolmo, e beneficiar do prémio de 10 mil euros para começar a solucionar os problemas de estacionamento nas grandes cidades.

Fonte: TECHENET