ANJE oferece sessões de coaching e prémio de cinco mil euros

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Chamam-se “Fix, Test & Flip to the Market” e não mais são do que sessões de coaching dirigidas a que tem uma ideia de negócio mas não dispõe das ferramentas que permitem passar da teoria à prática. Ao longo de 200 horas, a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) oferece estas sessões, já a partir de dia 4 de setembro, na sua sede nacional, no Porto. E o melhor de tudo é que são gratuitas, bastando apenas uma inscrição prévia.

Inseridas no âmbito do projeto RESTARTUP, desenvolvido em parceria com a Universidade do Porto e a TecMinho e financiadas pelo Portugal 2020, as sessões são “orientadas para o desenvolvimento de competências estratégicas e empreendedoras” e não só fornecem competências essenciais para quem quer tornar-se um empreendedor, como dão a possibilidade a quem nelas participa de conquistar cinco mil euros de um prémio de instalação, atribuído aos dez projetos que revelem os melhores índices de performance no decorrer da formação e que tenham como objetivo a criação de uma empresa.

Do programa fazem parte sessões como Avaliação do Mercado, Técnicas de Pitch e preparação do pitch ou Análise da Envolvente, podendo os participantes, ao longo das 200 horas de coaching, contactar com mentores e “oradores com provas dadas em diferentes setores de mercado”.

Fonte: ANJE

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‘O ano da Transformação Digital’ em debate

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Estratégia, inovação, empreendedorismo, internacionalização. São vários os temas em destaque na próxima edição do Q-Day Conference 2017, agendado para 21 de setembro, na Culturgest, em Lisboa, que tem como tema ‘O ano da Transformação Digital’.

Promovido pela Quidgest, este encontro junta oradores de diferentes áreas, tendo como pano de fundo a transformação digital, que tem mudado o mundo e a forma como nele vivemos. Uma transformação, em forma de revolução, que obriga a adaptações e cria novas necessidades às quais é preciso dar resposta. “A transformação digital evidencia, por exemplo, que os sistemas de informação mais ágeis e evolutivos, não necessariamente os mais caros, servem melhor os objetivos das organizações. Na velocidade de conversão do conhecimento em tecnologia, são as pessoas, o talento, as ferramentas de automação e as decisões adequadas que fazem a diferença”, refere a organização.

Com conferências e workshops, a Q-Day Conference pretende promover a partilha de ideias e opiniões, funcionando também como uma oportunidade para estabelecimento de parcerias estratégicas.

Mais informações aqui.

Engenho nacional ao serviço da proteção civil

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Uma tem a missão de vigiar; a outra de fornecer informações e dados. Em comum, estas duas  invenções que aqui são protagonistas têm duas coisas: o facto de ambas resultarem do engenho nacional e de quererem ajudar a facilitar as missões de proteção civil.

Começamos por aquele que pretende ser ‘os olhos da floresta’. Chama-se Ciclope, mas em vez do gigante de um só olho, este sistema apresenta-se sob a forma de torre com câmaras no topo, destinadas à recolha de imagens e dados de vários tipos (qualidade do ar, meteorologia, etc). Instalado nas zonas de floresta, tem como missão detetar precocemente e acompanhar os casos de incêndios florestais e é resultado do trabalho de uma equipa de investigadores do Instituto de Novas Tecnologias (INOV).

A esta inovação junta-se outra, diferente mas com o mesmo objetivo de ajudar nas operações de proteção civil. Neste caso, trata-se de um robô, “capaz de entrar nos escombros, mapear em três dimensões o espaço, detetar focos de incêndio e medir a temperatura, humidade e monóxido de carbono e, em tempo real, enviar os dados para o exterior”, protegendo, desta forma, vidas humanas.

Desenvolvido por um grupo de estudantes de Engenharia Electrónica e Telecomunicações da Universidade de Aveiro, o robô, que pesa 1,5 quilos e tem entre 23 e 28 centímetros, está em fase de protótipo, aguardando pelo dia em que estará disponível no mercado, capaz de dar uma ajuda nos casos de incêndios, colapsos parciais, demolições ou operações de busca e salvamento.

Fontes: IST e UA

Incubadora abre portas em Nova Iorque de olhos postos nas startups europeias

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Chama-se B.New York e é uma incubadora de olhos postos em startups e empresas de tecnologia. Até aqui, nada de novo em relação a tantas outras incubadoras que por aí existem. Mas esta é diferente: primeiro, porque se encontra localizada em Brooklyn, na cidade norte-americana de Nova Iorque; e depois, porque oferece uma oportunidade para as empresas europeias, uma vez que é para startups e scale-ups internacionais que abre agora as suas portas, adicionando aos serviços normalmente disponibilizados vários outros (legais, de contabilidade e atribuição de vistos).

Um centro que, tal como se pode ler no site do projeto, “combina elementos de um espaço de co-working, incubadora, acelerador, escola e centro comunitário, visando empresas que estão a crescer dinamicamente e a expandir-se em todos os continentes”. Isto apesar de o foco principal serem as empresas europeias com desejo de entrar no mercado dos EUA e vice-versa.

O projeto resulta de uma parceria entre o NYC Economic Development Corporation e a B. Amsterdam, uma das mais bem-sucedidas incubadoras europeias, tendo sido atribuídos subsídios pelo governo holandês.

Fonte: B. Building Business

Levar o carro à oficina nunca foi tão fácil

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Plataformas que disponibilizam serviços não faltam. Há-as para férias, viagens, hotéis, transportes. E há agora também para oficinas de mecânica automóvel. É pelo menos isso que oferece a IZIRepair, a primeira do género e com cunho português, que tem como missão levar o carro à oficina. Ou seja, através dela é possível selecionar a oficina que é mais do agrado para realizar os trabalhos necessários, bastando apenas para isso introduzir a matrícula da respetiva viatura e o código postal da zona pretendida.

É o fundador desta startup que explica, em declarações à Startup Lisboa, que foi a elevada oferta deste tipo de serviços, o que faz com que, não raras vezes, quem precisa de um arranjo no carro não saiba bem para onde se virar, que motivou a criação da plataforma. A IZIRepair pretende dar aqui uma ajuda, ao identificar as oficinas onde se realizam os serviços de que o cliente necessita, os preços praticados e a localização da mesma. Depois da escolha feita, há ainda a opção de recolha e entrega da viatura, sem que o cliente se tenha que preocupar com isso. A esta junta-se outra mais-valia: todas as oficinas apresentadas são sujeitas a uma avaliação prévia.

A inovação made in Portugal está a dar os primeiros passos no mercado nacional, mas não perde de vista o desejo de internacionalização.

Fonte: Startup Lisboa

Uma ‘cidade’ do empreendedorismo dentro de uma cidade empreendedora

Lisboa

É nas antigas instalações da Manutenção Militar, no Beato, ali entre Santa Apolónia e a Expo, em Lisboa, que vai nascer o Hub Criativo do Beato. Espalhados pelos 35 mil metros quadrados do espaço (o equivalente ao Terreiro do Paço) vão estar 20 edifícios, onde se espera que, já no próximo ano, estejam a trabalhar três mil pessoas, num projeto que vai ser também aberto à população, com oferta de bares, restaurantes, mercados…

A incubadora alemã Factory, a Unicer, a Mercedes e a Web Summit já têm lugar reservado neste novo espaço, onde a criatividade pretende ser palavra de ordem. De resto, incubadoras, aceleradoras, espaços de cowork não vão faltar em áreas que vão das indústrias mais criativas, como o cinema ou a publicidade, passando por centros de investigação até às startups nacionais e internacionais.

Fonte: site Câmara Municipal de Lisboa