A pensar comprar um carro usado? A Hoopy é o que procura!

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Quando se pensa em comprar um carro usado existem sempre alguns fatores que deixam as pessoas apreensivas, a Hoopy surge para ajudar o comprador funcionando como uma agência.

Como?

A Hoppy pretende ser uma garantia extra na compra destes veículos, representando os clientes na compra de um veículo, nas transações entre particulares procurando dar resposta a questões relacionadas com o passado da viatura e seu real valor de mercado.

Todos os veículos são avaliados por uma entidade credenciada, que emite um relatório posteriormente incluído junto da restante documentação do automóvel. Além disso, não é apenas avaliado o estado atual da mecânica como também o passado da viatura, com uma pesquisa em diversos serviços para saber se ela esteve envolvida em qualquer sinistro.

O primeiro escritório abriu recentemente no Parque das Nações, em Lisboa.

Fonte: Site Hoopy

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Autocarros elétricos? Sim! E são portugueses!

CaetanoECobusAlemanhaOs primeiros autocarros de aeroporto 100% elétricos são uma estreia mundial e têm selo português. Estes autocarros, que produzem zero emissões poluentes, foram produzidos em Vila Nova de Gaia e vão ser apresentados oficialmente em Estugarda

Vencedora do concurso lançado pelo aeroporto alemão para seis unidades, a Salvador Caetano Indústria vai entregar as chaves dos primeiros autocarros e.COBUS, até ao final do ano, outras quatro unidades vão sair da unidade de produção da CaetanoBus com destino ao aeroporto de Genebra e já existem negociações com outros aeroportos para o ano de 2016.

A empresa prevê lançar, também, no futuro uma nova unidade elétrica para o segmento urbano, depois de dois protótipos (Caetano 2500 EL, com uma parceria com a Efacec para o sistema elétrico) terem sido testados no município alemão de Wiesbaden.

Fonte: Ambiente Magazine

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Primeiro automóvel desportivo made in Portugal

O Veeco é o “primeiro automóvel desportivo” totalmente feito em Portugal e no início de 2016 deverá começar a ser comercializado a partir de Vila Nova de Gaia onde se irá instalar a linha de montagem.

 “É indicado para todos os que têm necessidade de utilizar carro para percursos diários não muito longos”, contou João Oliveira, mentor do Veeco.

O projeto para o desenvolvimento deste veículo eléctrico de três rodas arrancou em 2009, com apoio de fundos comunitários, tendo contado com a colaboração do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e a fábrica Fibrauto de Vila Nova de Gaia. As três rodas, explicou o responsável, “permitem uma maior eficiência energética”, o que, salientou, é “fundamental num carro eléctrico”. Este “reverse trike“, ou triciclo invertido (porque as duas rodas estão à frente) tem dois lugares, portas de abertura vertical, autonomia de 400 quilómetros com uma carga de bateria, consumo de 9/10 quilowatts por hora aos 100 quilómetros por hora e pode ser carregado “durante a noite numa ficha normal monofásica como as lá de casa”.

Feito “100% em Portugal”, e com um investimento total a rondar os dois milhões de euros, o Veeco foi desenvolvido na VE no Entroncamento, o chassis vem da NCP de Aveiro e a carroçaria foi feita em Gaia, na Fibrauto. É precisamente a Fibrauto, em Serzedo, que se prepara para acolher a linha de montagem do Veeco cuja comercialização deverá arrancar no início do próximo ano, com três versões diferentes e preços a oscilar entre os 23 mil e os 25 mil euros. “O protótipo já foi homologado e estamos a iniciar uma série de 10 carros que ainda não são para comercializar mas que seguirão para os parceiros do projecto”, adiantou o responsável da VE – Fabricação de Veículos de Tracção Eléctrica onde tudo começou.

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Empresa portuguesa desenvolve deteção de fadiga no condutor

Fonte: Lusomotores

A empresa de têxteis para automóveis Borgstena vai liderar um projeto europeu que tem o objetivo de desenvolver sensores para o assento e o cinto dos veículos que detetem a fadiga do condutor.

O projeto liderado pela empresa de Nelas foi denominado Harken e conta com o apoio da União Europeia e está orçado em 1,36 milhões de euros. Os sensores serão instalados no assento e no cinto de segurança do condutor e emitirão alertas sonoros em caso de deteção de fadiga do automobilista.

Paulo Gameiro, gestor do projeto, explicou, em declarações à agência Lusa, que serão desenvolvidos “sensores não intrusivos incorporados no assento e no cinto de segurança do condutor, para medição da frequência cardíaca e respiratória”, os quais vão monitorizar o comportamento do condutor e atuar preventivamente na deteção da fadiga.

Carro desportivo português

 

Fonte: Jornal de Negócios

VEECO-RT é o nome do primeiro carro desportivo elétrico português que gasta apenas um euro aos 100 quilómetros. A viatura terá uma velocidade máxima de 160 km/h e promete uma aceleração dos zero aos 100 km em oito segundos.

 Para conseguir gastar um euro por 100 quilómetros, o utilizador terá de recarregar o carro durante a noite para usufruir da tarifa bi-horária, sendo necessária a utilização de uma bateria de 16 quilowatts/hora.

 Com 800 quilos, o desportivo elétrico agora apresentado teve um custo de desenvolvimento e investigação na ordem dos 1,7 milhões de euros. Esta viatura resulta de uma colaboração entre a VE, fábrica de veículos elétricos e o ISEL.

 A  versão comercial e definitiva do carro está prevista chegar ao mercado durante 2013.

 

Universidade de Aveiro cria carro que anda sozinho

Fonte: Dinheiro Vivo

O Atlascar, um veículo desenvolvido pela Universidade de Aveiro e hoje apresentado, consegue seguir e prever o movimento dos peões à volta, para evitar o atropelamento.

Essa é a principal novidade científica do protótipo que “anda sozinho”, explicou à Lusa Vítor Santos, professor na Universidade, cujo departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro teve hoje em demonstração este veículo.

Embora a capacidade da condução autónoma tenha sido a principal curiosidade da maioria dos que assistiram à demonstração no estacionamento da Universidade, o projecto Atlas da Universidade de Aveiro “não aposta no desenvolvimento da tecnologia automóvel em si, mas dos acessórios a bordo para assistir ao condutor”.

“Este veículo é um laboratório que recolhe dados numa sessão que depois trabalhamos. Estamos a falar de mais de um gigabyte por minuto e é muita informação que tem de ser tratada”, especificou.