Portugal no top 10 dos mercados com mais condições para o empreendedorismo no feminino

 

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O Dia da Mulher pode já ter passado, mas os resultados do Index da Mastercard sobre mulheres empreendedoras deixam o que pensar, independentemente de ser dia deles ou delas. Refere este trabalho, quase sem surpresas, que é nos países mais desenvolvidos que as mulheres mais prosperam, destacando-se Portugal como um dos mercados onde são mais fortes os apoios e oportunidades para que elas possam prosperar enquanto empresárias.

Numa lista de 57 mercados espalhados por todo o mundo, o nosso país surge em 6º lugar, num ranking liderado pela Nova Zelândia, Suécia e Canadá e volta a ter um lugar no top 10 quando se avalia a percentagem de mulheres na liderança de empresas (28,7%).

Apesar das diferenças entre nações, o Índice confirma, no geral, que as mulheres continuam a progredir quando se trata de criar o seu próprio negócio, ainda que, culturalmente, continuem a manter-se alguns obstáculos que as impedem de promover os seus negócios.

“As mulheres empresárias fizeram avanços notáveis ​​como proprietárias de empresas em todo o mundo, mesmo as que continuam a trabalhar para alcançar o seu potencial”, afirma Martina Hund-Mejean, Diretora Financeira da Mastercard.

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Ameaça a combater no mundo dos negócios

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Felipe Ost Scherer é sócio da Innoscience, uma empresa de consultoria de Gestão da Inovação. Autor de vários livros, é especialista em administração de empresas e sabe bem do que fala quando se refere ao mundo dos negócios e da inovação. Neste texto, publicado no portal de notícia Exclusivo e que aqui reproduzimos, partilha o entusiasmo com a transformação digital, ainda que receoso sobre os atrasos de alguns setores, que tardam a apanhar o ‘comboio’ da digitalização.

“Recentemente tivemos a grata notícia que mais uma startup brasileira entrou na lista das chamadas empresas unicórnios. Depois de nova rodada de investimento, o Nubank foi avaliado em mais de 1 bilião de dólares. Um marco importante para todo mercado de finitechs no Brasil.

O Nubank é mais um caso importante que retrata a mudança que muitos mercados estão enfrentando. A chamada digitalização da economia permite que uma empresa que opera exclusivamente no mercado on-line possa conquistar mais de 13 milhões de clientes em quatro anos em um mercado dominado por players gigante há muito tempo. A tendência da digitalização e transformação digital dos negócios é um caminho sem volta que também impactará o mercado de calçados no mundo.

Os programas de inovação no setor têm buscado inovações incrementais e atingido sucesso nesse sentido. Novos produtos têm sido lançados, materiais e processos com melhor desempenho também. Novos equipamentos e processos mais automatizados estão sendo incorporados gradualmente. Entretanto, o setor parece ainda não ter despertado para construir uma nova indústria em que a inovação é o motor de desenvolvimento.

Novos modelos de negócios e tecnologias disruptivas parecem elementos muitos distantes da maioria dos empresários. Para fazer projetos radicais é preciso clareza do que se está buscando e aceitar os riscos inerentes. Algumas estratégias de sucesso de outras indústrias podem servir de inspiração para o setor.

A primeira é ter pessoas dedicadas para isso. Digo 100% dedicadas, alocando seu tempo integralmente no desenvolvimento das iniciativas inovadoras radicais. Uma das grandes dificuldades é a falta de execução de projetos que rompem com os modelos vigentes. Deixar para inovar quando sobra tempo na agenda significa pouca inovação na prática.

A segunda inspiração é a conexão organizada com startups de tecnologia. Muitas vezes é preciso buscar fora das fronteiras das empresas as respostas. O ecossistema brasileiro de empreendedorismo tem produzido mais e melhores startups para resolver problemas importantes do setor ou mesmo testar novos modelos de venda e experiência dos consumidores.

A nova economia trará muitas mudanças para a economia mundial. Se nos anteciparmos poderemos capturar as oportunidades desta nova era. Fazendo isso de maneira organizada, nossas chances de sucesso serão muito maiores.”

Estudantes criam bebida que combate desperdício e beneficia a saúde

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As universidades são o palco de muitas ideias. E se algumas não passam disso mesmo, outras arriscam-se a ganhar prémios e conquistar a atenção mediática. Foi o que aconteceu com o projeto liderado por Daniela Costa e Rita Martins, alunas da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, que decidiram criar duas bebidas. E o que é que as Toal têm que as torna merecedoras de um prémio? São capazes de juntar o útil ao agradável, ou seja, combatem o desperdício alimentar e, ao mesmo tempo,  têm benefícios para a saúde.

Derivadas do soro excedente que resulta do fabrico do queijo, são constituídas por polpa de morangos, mas não de uns morangos quaisquer. Estes morangos são ‘feios’, ou seja, fazem parte daquele grupo de fruta que, pela sua forma ou calibre, não tem lugar nos supermercados. Para além de tudo isto, são ainda ricas em antioxidantes e probióticos e têm baixo teor de gordura e lactose. E uma delas tem um elevado valor energético, mas não tem proteína, enquanto a outra tem um valor proteico alto.

Motivos de sobra para que este tivesse sido um dos projetos vencedores do prémio Ecotrophelia Portugal 2017, uma iniciativa da PortugalFoods e da Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares, que tem como grande objetivo premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar.

Fonte: SapoTek e fipa

CRIAM e Findster representam Portugal em Las Vegas

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As startups CRIAM e Findster, duas startups de “hardware” finalistas dos programas de aceleração da Startup de Braga, vão estar a representar Portugal na maior feira tecnológica do mundo, a CES Las Vegas.

A CRIAM, na área da saúde, desenvolveu um dispositivo médico inovador que possibilita a deteção do tipo de sangue e de doenças, de uma forma automática, rápida e portátil. Foi, após a participação no 3º programa de aceleração da Startup de Braga em 2016, a segunda startup portuguesa a ser selecionada pela HAX, a maior aceleradora mundial de hardware.

A Findster, foi a primeira startup portuguesa a se juntar à HAX, participou no primeiro programa de Aceleração da Startup Braga, tendo lançado o seu dispositivo de localização de crianças na plataforma de crowdfunding Indiegogo.

A participação da Criam e da Findster no HAX abriu as portas das duas startups do Norte à CES (International Consumer Electronics Show), que arrancou dia 3 e decorre até dia 8 de janeiro de 2017, em Las Vegas.

Saiba mais aqui.

Lisboa no ranking das “Hottest Startup Cities”

Pela primeira vez, Lisboa foi incluída pela prestigiada revista de tecnologia norte-americana Wired no ranking anual “The Hottest Startup Cities” da Europa, entre 100 cidades europeias como Helsínquia, Londres, Berlim, Paris, Amesterdão, Estocolmo, Telavive, Barcelona e Istambul.

Quais as startups destacadas pela Wired?

Uniplaces, Codacy, Talkdesk, Chick by Choice, Unbabel, CrowdProcess, Prodsmart, Hole19, Tradiio e Aptoide.

A vinda da Web Summit para Lisboa, bem como o facto de várias publicações internacionais terem comparado a capital portuguesa a nomes de referência no setor como São Francisco ou Berlim também ajudaram a contribuir para o resultado final.

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Fonte: Observador

Seedrs chega à região do Benelux

A Seedrs, a maior plataforma europeia de equity crowdfunding, vai expandir a sua atividade na região do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo), abrindo um escritório em Amesterdão.

A empresa passa então a estar presente na capital holandesa com o objetivo de criar e fomentar relações entre as startups da região do Benelux e o ecossistema de investimentos em estágios iniciais, e ainda de captar novos negócios que possam recorrer ao financiamento na plataforma.

A abertura de mais escritórios no continente europeu está nas previsões futuras da empresa.

Saiba mais aqui.

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Road 2 Web Summit

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O Governo lançou um concurso destinado às startups portuguesas que se queiram apresentar na Web Summit. As candidaturas estão abertas e encerram a 31 de julho, e para além disso há mais seis iniciativas com o apoio do Estado até novembro.

Road 2 Web Summit, é um concurso destinado a startups portuguesas que se queiram apresentar no maior evento de empreendedorismo e tecnologia da Europa. Das 65 empresas finalistas, 60 vão ter acesso a um bilhete gratuito de um dia com stand e cinco ao evento todo. Têm ainda direito a quatro bilhetes e acesso a investidores, mentores, workshops e mesas redondas.

Ainda vai ser possível três startups  acederem ao Encontro de Líderes, um evento que junta líderes políticos de vários países com a comunidade de empreendedores e investidores presentes na Web Summit, no primeiro dia da conferência, e o diretor executivo da startup vencedora terá ainda a possibilidade estar no F.ounders, um encontro que reúne 150 fundadores de empresas com menos de cinco anos avaliadas em mais de 500 milhões de euros, de 10 a 12 de novembro.

Os vencedores vão ser anunciados a 21 de setembro, num pitch day final, que contará com formação prévia.

O objetivo é dar aos empreendedores nacionais as ferramentas necessárias para que consigam alcançar os seus objetivos e tirar um maior proveito das oportunidades do evento.

Fonte: Observador