E se pudesse acompanhar o preço dos seus produtos preferidos?

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Followprice é um projeto criado por quatro jovens empreendedores pensado para lojas online, permitindo aos compradores que acompanhem a evolução dos preços e da disponibilidade dos produtos favoritos, e para tudo isto basta clicar no botão Seguir Preço.

Este botão desenhado para o consumo online, permite aos utilizadores acompanharem a evolução dos preços dos seus itens favoritos, reunindo-os numa só lista. Ao clicar nesta opção, os clientes registam-se através da conta do email ou Facebook, e passam a receber notificações e promoções dos artigos escolhidos, havendo a hipótese de criar ainda uma lista pessoal de produtos de variadas lojas.

O Followprice já esse encontra disponível em vários sites, como na loja FNAC e na plataforma KuantoKusta, este projeto partiu de uma startup portuguesa que recebeu recentemente um investimento de grandes empresas como a Portugal Ventures e da Best Horizon.

A ideia surgiu em 2014, a partir de João Almeida Leitão, que identificou a necessidade de uma ferramenta que aumentasse a comunicação de promoções com as pessoas realmente interessadas nos seus produtos. Ao notar que os visitantes, antes de comprar, evitavam o registo numa loja online, decidiu encontrar uma ferramenta que permitisse aos visitantes manterem-se conectados à loja, sem a necessidade explícita de partilharem os seus contactos e dados pessoais.

Já se pode encontrar este serviço em funcionamento um pouco por todo o mundo, nomeadamente nos Estados Unidos da América, no Reino Unido, na Austrália, em Espanha, em França, em Itália, na Alemanha, na Suécia, na Noruega, na Bélgica, na Dinamarca, na Rússia e na Holanda, para além de Portugal.

Fonte: http://www.imagensdemarca.pt/

Plataformas digitais e um salto internacional

Duas das maiores plataformas de venda online de moda e de produtos de nutrição desportiva são portuguesas, foram criadas de raiz com a ambição de serem globais e, com menos de uma década de vida, facturam milhões de euros.

Mais aqui.

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Zippy chega ao Equador

Post 2A Zippy, marca portuguesa de roupa para crianças, vai abrir no Equador até fim do ano. A empresa do Grupo Sonae abre portas em Guayaquil, a maior cidade do país, depois de já marcar presença em países como Venezuela, Chile, República Dominicana e St. Maarten. O Equador tem-se destacado nos últimos anos como uma das economias mais dinâmicas da América Latina, apresentando taxas de crescimento do PIB superiores a 4% por ano, numa tendência que se deverá manter nos próximos  anos, de acordo com as estimativas do Banco Mundial. Com mais de 15,7 milhões de habitantes, apresenta uma população jovem numerosa, nomeadamente na faixa etária servida pela Zippy: 28,5% têm entre 0 e 14 anos.

bewarket – Vendas via Facebook

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Fonte: Sapo

Bewarket é um projecto português, e caracteriza-se por ser uma plataforma de compra e venda online, semelhante ao já conhecido ebay. No Bewarket o utilizador tem um leque de opções e pode comprar, vender, doar, leiloar e ainda revender os seus produtos. Não necessita de se dirigir ou aceder a nenhum site, e basta ter acesso à sua conta no Facebook uma vez que o serviço funciona como uma aplicação para esta rede social.

O ‘social commerce’ Bewarket, surgiu a partir da tese de Mestrado de um dos criadores, Marco Barbosa, que teve como tema a utilização do comércio electrónico no mercado social. Para o autor “existe uma convergência no associar das redes sociais às compras e venda online […] esse é o futuro do comércio electrónico”.

Primeiro shopping virtual é… português!

 

Fonte: Diário Económico

Brandsbreeze, o primeiro shopping virtual do mundo abriu, em finais de Novembro. “Este é um espaço online, onde as marcas estão presentes de forma permanente e mantendo a sua identidade e valores, visto serem replicadas para o online em 3D, baseando-se num loja física”, explica Miguel Diniz, um dos responsáveis por este projecto, integralmente português.

Na prática, basta aceder ao site (www.brandsbreeze.com) e entrar nas lojas que quiser, sem o mínimo esforço. No limite, três dias depois entregam-lhe as compras em casa. Mas isso já se pode fazer nos sites das próprias marcas, dirão os mais cépticos. “Sim, mas numa loja monomarca estamos limitados somente ao tipo de produto que a marca vende e aos produtos dessa marca, quando vamos para um espaço comercial com uma oferta vasta, podemos comprar, por exemplo, o chamado ‘look’ total, desde o chapéu, passando pelo têxtil aos sapatos e aos acessórios e ainda encontramos produtos e serviços como óptica, relojoaria, arte, decoração, cosmética, perfumaria”, explica Miguel Diniz. Ou seja, é igual aos centros comerciais físicos: num único espaço encontra toda a oferta que procura.

Para já, “estão a funcionar para o mercado ibérico 12 lojas, e estão previstas abrir durante este mês mais oito lojas”, garante Miguel Diniz. E entre as lojas que vão abrir este mês estão a Parfois, Boticário, Companhia das Quintas (Vinhos) e Everything is New (bilheteira). “O objectivo até final da estação é completar os dois primeiros pisos do shopping, ou seja 24 lojas”, diz o responsável, que continua: “e começar a próxima estação, Primavera-Verão 2012, com três pisos completos ou seja 36 lojas. Aliás, temos cerca de 15 lojas adjudicadas para a próxima estação e várias marcas que estão a ser fechadas em termos de proposta.”

Algumas destas propostas são de marcas como Ipanema, Melissa, Lanidor, Quebramar, Globe, LA Kids, Casa Batalha ou Nike, que vão estar disponíveis já a partir da próxima estação. Mas, a ideia é também entrar em segmentos que não moda, como a electrónica, livros e supermercado. A ideia é que seja possível fazer todas as compras (mesmo todas!) sem ter de sair de casa.

E sem ter de se preocupar a logística para tudo isto funcionar na perfeição. Afinal, os gestores que estão à frente do projecto Brandsbreeze são os mesmos que estão responsáveis pelo tão afamado Clube Fashion, ‘website’ de oportunidades ‘lifestyle’, que é já o maior sítio de ‘e-commerce’ português com mais de 1,5 milhões de membros inscritos. Na sequência do Clube Fashion e da sua relação de seis anos com muitas das principais marcas de moda, e à medida que a procura aumentou, surgiu a ideia de desenvolver “um portal onde fosse possível inserir essas marcas, para que o investimento em IT e marketing online fosse compensatório e permitisse uma rentabilidade elevada”, explica Miguel Diniz.