Experiência gourmet sem sair de casa

AAEAAQAAAAAAAAujAAAAJDA4MWVkNzI4LWY5NWUtNDc5My1iN2FjLTcyNDk0YWUyYzA4ZQ

Não há melhor restaurante do que a nossa casa. É verdade que a expressão não é bem assim, mas se não há melhor lugar do que a nossa casa, então não deve ser preciso sair dela para ter a melhor experiência gastronómica. É pelo menos este o desafio que a Supper Stars, uma startup nacional, decidiu aceitar. Como? Levando o talento dos chefs aos cenários mais exclusivos, ou seja, a casa de cada um.

Existe há pouco mais de um ano e, depois dos primeiros passos dados na zona da Grande Lisboa, chegou ao Algarve, à Comporta e ao Grande Porto, adquirindo uma dimensão nacional. São, ao todo, 40 chefs, que passaram por mais de 60 estrelas Michelin em mais de 25 países, garantia de uma experiência conferida pelos melhores restaurantes de Portugal e do mundo. Especialistas que vão a casa ou ao espaço de escolha do cliente preparar e servir a refeição, deixando no fim tudo como encontraram.

Quanto aos menus disponíveis, há três opções, com preços diferentes, todas eles pratos de autor. O difícil será mesmo escolher. Depois, no dia do evento, o chef leva os ingredientes e os utensílios necessários para a preparação do repasto, prepara e serve a refeição e, antes da despedida, arruma a cozinha.

Mais informações aqui

Anúncios

Livros que não devem faltar na biblioteca dos empreendedores

pexels-photo-459694

Livros sobre inovação, empreendedorismo e temas afins há muitos. Tantos, que o difícil é escolher. É para facilitar a tarefa que deixamos esta lista, com muitas páginas interessantes de leitura, sugeridas por quem mais sabe sobre estes temas e cujos nomes dispensam apresentações.

  • Daymond John é conhecido por ser um dos júris do programa Shark Tank, tarefa que desempenha graças à experiência – e fortuna – que resulta do facto de ser o cofundador de um negócio no ramo dos têxteis, a multimilionária marca de roupa FUBU. E é ele que recomenda o livro Pense e Fique Rico, da autoria do jornalista Napoleon Hill, uma prosa que, segundo Daymond, lhe mudou a vida. O livro é o resultado de um trabalho de mais de 20 anos, ao longo dos quais Hill entrevistou 500 milionários para descobrir o que tinham em comum, partilhando depois a receita para a fama e fortuna.

 

  • Refinery29 é o título de uma revista online que em poucos anos passou de uma startup com quatro fundadores para um negócio de milhões. Piera Gelardi é uma dessas fundadoras e elege o livro Criatividade – Como vencer as forças que bloqueiam a inspiração, de Ed Catmull, como um dos seus preferidos, recomendando-o a todos os empreendedores. Um livro que conta a história da Pixar e identifica o que a tornou uma empresa de sucesso, receita que pode ser replicada em vários outro setores.

 

  • É um nome recorrente na lista dos mais ricos do mundo e é também conhecido por ser um ávido leitor. E é de Warren Buffet que vem a próxima sugestão de leitura: Sonho Grande, de Cristiane Correa, que relata a trajetória de três dos mais bem-sucedidos empresários brasileiros (Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira).

 

  • Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, chama a atenção para De Bom a Excelente, um livro da autoria de Jim Collins que, juntamente com uma equipa de investigadores, olhou de forma mais atenta para 1.435 empresas em busca do que as tornava verdadeiros sucessos. E depois partilhou uma lista dessas características.

 

  • De Zero a Um é o nome do livro sugerido por Elon Musk, um dos fundadores e CEO da Tesla Motors e da SpaceX. Neste livro, Peter Thiel e Blake Masters escrevem sobre a concorrência, que é uma das principais ameaças aos negócios dos empresários. E tentam perceber porque é que, ainda assim, continuam a criar-se empresas em áreas onde a concorrência é feroz.

 

  • Mark Zuckerberg, o ‘pai’ do Facebook, elege O Fim do Poder, de Moisés Naím, como sendo de leitura obrigatória. Nele, revela como o impulso anti-establishment dos micropoderes pode derrubar tiranos, desalojar monopólios e abrir novas e extraordinárias oportunidades, mas também levar ao caos e à paralisia.

Receita para um ‘pitch’ perfeito

10580936704_2714a0dfd8_b

O ‘pitch’ é um conceito a que os empreendedores se têm que habituar. É nada mais do que uma apresentação destinada a ‘vender’ um produto, um projeto ou uma ideia. Mas se em teoria esta não parece uma tarefa complicada, a prática desmente as facilidades e aconselha que se tenham em atenção algumas dicas para transformar um ‘pitch’ no ‘pitch’ perfeito. É isso mesmo que oferece o especialista alemão Christoph Sollich, conhecido como o ‘The Pitch Doctor’.

Nada melhor do que começar por perceber que um ‘pitch’ não é um bicho de sete cabeças mas antes algo que fazemos constantemente, seja a nível profissional, seja pessoal. De facto, podemos dar-lhe um outro nome, mas quando precisamos de alguma coisa é isso mesmo que fazemos, ou seja, um ‘pitch’.

Este é o ponto de partida, que se deve fazer acompanhar por outro: o de que “a prática faz a perfeição”. O mesmo é dizer: treine, treine muito e vai com toda a certeza conseguir um bom resultado. E não se esqueça de se preparar com a devida antecedência.

Na hora da apresentação procure ir para além dos factos. Diz quem sabe que o melhor caminho é um apelo direto ao coração! E atenção ao tempo. Um ‘pitch’ quer-se curto, rápido, com não mais de cinco minutos de duração, uma vez que aqui a capacidade de síntese é um fator fundamental.

Não se esqueça também de identificar o problema para o qual o seu produto ou ideia funciona como solução. Procure criar entusiasmo à volta daquilo que está a apresentar e deixe-se contagiar por esse entusiasmo. E boa sorte!

 

Fonte: Expresso

Os erros mais comuns que podem destruir uma startup

business-891339_1920

Startups há muitas. Mas quantidade nunca foi sinónimo de qualidade e ainda que a vontade seja importante, por si só não é suficiente para levar uma ideia avante e torná-la vencedora, sobretudo num cenário como o de hoje, onde ideias não faltam. E foi com isto em mente que a revista Entrepreneur decidiu partilhar uma lista das oito razões mais comuns que conduzem ao falhanço de uma startup.

Tudo começa, afirma, com a falta de planeamento. Sim, é óbvio que antes de começar há sonhos que já se desenharam, ideias que se criaram com vista ao futuro, mas há planos concretos, como aqueles que dizem respeito aos potenciais consumidores ou ao dinheiro que se pode gastar todos os meses, que importa também ter em conta. A isto junta-se o uso da tecnologia, ou melhor, a poupança tecnológica, que o artigo considera uma falha importante. É que, ainda que este possa ser um investimento avultado, quase sempre acaba por compensar.

Um dos maiores erros que as novas empresas cometem diz respeito ao marketing. Identificar o consumidor alvo é essencial, assim como é também determinante escolher muito bem os locais onde se faz a divulgação ou publicitação do produto. Tudo sem gastar demais. É que se o investimento é importante, não menos é o cuidado com os gastos, sobretudo quando se está a dar os primeiros passos no mundo empresarial. Mas atenção que gastar de menos pode ter o mesmo efeito. Conta, peso e medida são aqui as palavras-chave.

Uma forte presença online é outros dos aspetos a ter em conta, assim como a capacidade de delegar. Por mais que o empreendedor acredite nas suas capacidades, a tentação de concentrar em si todos os aspetos da gestão pode custar caro. Finalmente, o artigo chama a atenção para a concorrência. Há que estar de olho no que os outros fazem, procurando aquilo que torna a sua empresa e o seu produto únicos.

Fonte: Entrepreneur

Uma casa ‘construída’ em 3 dias

summary

É um dos maiores e mais prestigiantes prémios de design mundiais. E, na edição deste ano do ‘Red Dot Design Award’, na categoria Habitat, a vencedora foi uma ideia portuguesa que simplifica o processo de construção de uma casa. A novidade chama-se Gomos Building System e é desenvolvida por um grupo de arquitetos do atelier Summary, uma startup que nasceu no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e que tem a seu cargo a tarefa de desconstruir a complexidade inerente à construção de uma habitação. E tudo graças a um sistema de módulos que, desde a caixilharia, isolamento, instalações de água ou eletricidade, deixam a fábrica completamente prontos, reduzindo os meses de construção a apenas três dias, o tempo necessário para a montagem no local escolhido, confirma o atelier.

Os módulos, de cimento, são combinados e adaptados consoante a necessidade dos clientes, sejam estas de espaços maiores ou mais pequenos. A estas vantagens junta-se outra: a atenção dada à eficiência energética, com uma aposta em soluções mais económica no que diz respeito ao isolamento, iluminação ou ventilação.

Depois de, em 2016, ter sido convidada a integrar a exposição principal da Bienal de Arquitetura de Veneza, a inovação ‘made in Portugal’ volta a merecer destaque, desta feita com um prémio oriundo de Singapura, onde vai estar em exposição, disponível para visita, no Red Dot Museum.

Fonte: Atelier Summary

Tornar os aeroportos mais agradáveis: um desafio que vale um ‘pitch’ na Web Summit

aeroporto

Mais do que infraestruturas, os aeroportos devem ser espaços agradáveis, capazes de satisfazer necessidades tão diferentes como as pessoas que por eles passam, sejam estas passageiros ou funcionários. É pelo menos esse um dos desejos da VINCI Airports, o grupo francês que faz a gestão de vários aeroportos, entre os quais os detidos pela ANA, transformado em desafio que vai além-fronteiras. No VINCI Airports ‘Challenge convidam-se as startups, portuguesas e internacionais, a criar iniciativas inovadoras, tecnologias ou conceitos capazes de dar resposta a esse objetivo, ou seja, tornar mais agradável a experiência dos clientes.

Desenvolvido e lançado no âmbito da Web Summit, que vai trazer a Lisboa milhares de pessoas entre os dias 6 e 9 de novembro, o concurso encontra-se atualmente na fase da recolha de candidaturas, que vão estar abertas até 31 de outubro. Entre os dias 1 e 5 de novembro, um júri internacional, composto por especialistas da VINCI Airports, vai escolher as melhores ideias, que vão ter direito a um ‘pitch’ e a dizer de sua justiça na Web Summit. A eleição do grande vencedor está marcada para o dia 9 de novembro.

Quanto ao prémio, para além de uma dotação de cinco mil euros, será ainda a oportunidade de participar no acelerador de empresas da VINCI e desenvolver a sua ideia, que será depois testada num dos aeroportos do grupo.

Fonte: VINCI Airports

A inovação como motor de desenvolvimento

inovaçãoblog

A revolução tecnológica e os novos modelos de negócios nunca ameaçaram tanto as grandes organizações. Por outro lado, nunca foi tão fácil como hoje desenvolver um novo negócio. É por isso crucial que as empresas antecipem cenários, respondam eficazmente e adaptem-se de forma eficaz. A inovação tem aqui um papel preponderante.

No seio de uma empresa ou organização a inovação pode ser executada segundo três modelos. Um primeiro é a inovação ser desenvolvida como articulador da própria inovação, onde esta área suporta as de negócio (BU’s) através da incorporação de metodologias, ferramentas e práticas para que a inovação aconteça efetivamente. Depois existe também a inovação como executor de projetos em que esta através de uma equipa e budget próprios chama a si a responsabilidade da execução dos projetos, deixando as BU’s num papel secundário. Por fim, um terceiro modelo é um mix dos anteriores. Isto exige à partida uma clara definição de papéis no que compete à área da inovação e aos BU’s. Por norma os primeiros encarregam-se de implementar as iniciativas de inovação radical, e os segundos a inovação de natureza incremental.

Independentemente do modelo a seguir, todos eles válidos se estiverem bem claros e forem executados com rigor, a inovação tem maior probabilidade de sucesso se existirem os seguintes pressupostos:

» Conhecimento de como inovar;

» Existir uma estrutura adaptada para cada estratégia/empresa;

» Terem um alvo para inovar;

» Envolvimento de todos os colaboradores;

» Abertura para colaborar com pessoas e organizações externas à empresa;

» Tempo alocado para os processos de inovação, tal como qualquer outra tarefa;

» Cultura de risco na empresa para que os colaboradores saiam da sua zona de conforto e não tenham medo de errar.

Se é líder de uma empresa e não está a atingir os resultados que ambiciona, é importante que tenha em conta o que aqui transmiti de forma resumida. Não “empurre com a barriga” os problemas e as questões prementes para o evoluir da sua organização. A solução poderá estar muito provavelmente na inovação.