Ideias Inovadoras precisam-se

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Chama-se “Elevator Pitch – IdeiasQueMarcam” e é uma iniciativa da Representação da Comissão Europeia em Portugal, que quer premiar projetos e ideias inovadoras. Para isso, oferece não só dinheiro, que serve para dar apoio ao arranque destes projetos, mas também formação, essencial para uma ideia que se quer bem-sucedida.

Não é uma estreia, mas a edição deste ano é diferente das anteriores. São, ao todo, dois os prémios a atribuir, o primeiro no valor de 6.000€, que contempla projetos de base tecnológica e digital em áreas como a indústria 4.0 e e-commerce, cibersegurança e economia de dados europeia, cidades inteligentes e tecnologias de rede, saúde e bem-estar, agricultura inteligente e economia circular, media e cultura digital, sociedade digital e sustentabilidade e a inteligência artificial.

A este junta-se outro, o prémio especial “Democracia Digital”, no valor de 4.000€, que visa destacar projetos de base tecnológica e digital, capazes de promover a capacitação cívica e a participação ativa dos cidadãos na vida democrática.

As candidaturas estão abertas até 25 de março e, entre os dias 6 e 16 também de março, serão realizadas seedcamps, ou seja, sessões compostas por esclarecimento sobre a preparação das candidaturas e formação e mentoria na conceção do modelo de negócio.

A agenda já está definida:

  • 6 de março – Scale Up Porto
  • 7 de março – Startup Braga
  • 8 de março – Instituto Empresarial do Tâmega, em Amarante
  • 14 de março – Universidade de Aveiro
  • 15 de março – Instituto Pedro Nunes, Coimbra
  • 16 de março – Parque de Ciência e Tecnologia, Évora

Depois, caberá ao júri a seleção dos 12 projetos finalistas, que terão acesso a várias ações de formação, nomeadamente ao Bootcamp, onde se pretendem abordar temas de gestão, fundamentais para a capacitação para o empreendedorismo; ao Coaching, que abordará os modelos de negócio e ao Pitch Review, oportunidade para as equipas apresentarem o seu projeto a um júri de feedback, que tem a seu cargo a missão de fazer uma crítica construtiva das apresentações, ajudando a melhorá-las antes das apresentações finais.

Mais informações em www.bolsadoempreendedorismo.pt

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Imagens de bancada para mais tarde recordar

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Durante um jogo de futebol as estrelas costumam estar no relvado. Mas com esta ideia nacional, brilhar é acessível também a quem ocupa um lugar na bancada. Chama-se Match-Photos e tem como missão dar ao adepto momentos para mais tarde recordar.

Com o lema ‘Sorria, está a ser fotografado’, esta startup incubada no UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto fotografa o que se passa nas bancadas durante os 90 minutos da partida, imagens que disponibiliza, pouco tempo depois, no site criado para o efeito, permitindo ao adepto ficar com uma recordação do momento sem ter que perder tempo ou jogadas importantes a captar essas imagens. “Os golos são, muitas vezes, momentos de loucura e êxtase tal, que ninguém consegue recordar-se com exatidão a forma como viveu esse instante. Quem não gostava de ter uma fotografia sua a festejar do golo do Éder na final do Euro2016? Queremos dar a oportunidade a qualquer adepto de ver o seu festejo e reviver tudo que sentiu durante os 90 minutos”, explica ao Notícias da Universidade do Porto Duarte Magalhães, cofundador da Match-Photos.

No site criado para o efeito, a pesquisa de fotos é feita de forma simples: escolhe-se o jogo, identifica-se a localização no estádio (é disponibilizado um mapa que ajuda os mais distraídos) e é apresentada uma lista de fotografias, que podem ser descarregadas de forma gratuita e ser partilhadas nas redes sociais.

 

Fonte: Match-photos

Experiência gourmet sem sair de casa

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Não há melhor restaurante do que a nossa casa. É verdade que a expressão não é bem assim, mas se não há melhor lugar do que a nossa casa, então não deve ser preciso sair dela para ter a melhor experiência gastronómica. É pelo menos este o desafio que a Supper Stars, uma startup nacional, decidiu aceitar. Como? Levando o talento dos chefs aos cenários mais exclusivos, ou seja, a casa de cada um.

Existe há pouco mais de um ano e, depois dos primeiros passos dados na zona da Grande Lisboa, chegou ao Algarve, à Comporta e ao Grande Porto, adquirindo uma dimensão nacional. São, ao todo, 40 chefs, que passaram por mais de 60 estrelas Michelin em mais de 25 países, garantia de uma experiência conferida pelos melhores restaurantes de Portugal e do mundo. Especialistas que vão a casa ou ao espaço de escolha do cliente preparar e servir a refeição, deixando no fim tudo como encontraram.

Quanto aos menus disponíveis, há três opções, com preços diferentes, todas eles pratos de autor. O difícil será mesmo escolher. Depois, no dia do evento, o chef leva os ingredientes e os utensílios necessários para a preparação do repasto, prepara e serve a refeição e, antes da despedida, arruma a cozinha.

Mais informações aqui

Livros que não devem faltar na biblioteca dos empreendedores

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Livros sobre inovação, empreendedorismo e temas afins há muitos. Tantos, que o difícil é escolher. É para facilitar a tarefa que deixamos esta lista, com muitas páginas interessantes de leitura, sugeridas por quem mais sabe sobre estes temas e cujos nomes dispensam apresentações.

  • Daymond John é conhecido por ser um dos júris do programa Shark Tank, tarefa que desempenha graças à experiência – e fortuna – que resulta do facto de ser o cofundador de um negócio no ramo dos têxteis, a multimilionária marca de roupa FUBU. E é ele que recomenda o livro Pense e Fique Rico, da autoria do jornalista Napoleon Hill, uma prosa que, segundo Daymond, lhe mudou a vida. O livro é o resultado de um trabalho de mais de 20 anos, ao longo dos quais Hill entrevistou 500 milionários para descobrir o que tinham em comum, partilhando depois a receita para a fama e fortuna.

 

  • Refinery29 é o título de uma revista online que em poucos anos passou de uma startup com quatro fundadores para um negócio de milhões. Piera Gelardi é uma dessas fundadoras e elege o livro Criatividade – Como vencer as forças que bloqueiam a inspiração, de Ed Catmull, como um dos seus preferidos, recomendando-o a todos os empreendedores. Um livro que conta a história da Pixar e identifica o que a tornou uma empresa de sucesso, receita que pode ser replicada em vários outro setores.

 

  • É um nome recorrente na lista dos mais ricos do mundo e é também conhecido por ser um ávido leitor. E é de Warren Buffet que vem a próxima sugestão de leitura: Sonho Grande, de Cristiane Correa, que relata a trajetória de três dos mais bem-sucedidos empresários brasileiros (Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira).

 

  • Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, chama a atenção para De Bom a Excelente, um livro da autoria de Jim Collins que, juntamente com uma equipa de investigadores, olhou de forma mais atenta para 1.435 empresas em busca do que as tornava verdadeiros sucessos. E depois partilhou uma lista dessas características.

 

  • De Zero a Um é o nome do livro sugerido por Elon Musk, um dos fundadores e CEO da Tesla Motors e da SpaceX. Neste livro, Peter Thiel e Blake Masters escrevem sobre a concorrência, que é uma das principais ameaças aos negócios dos empresários. E tentam perceber porque é que, ainda assim, continuam a criar-se empresas em áreas onde a concorrência é feroz.

 

  • Mark Zuckerberg, o ‘pai’ do Facebook, elege O Fim do Poder, de Moisés Naím, como sendo de leitura obrigatória. Nele, revela como o impulso anti-establishment dos micropoderes pode derrubar tiranos, desalojar monopólios e abrir novas e extraordinárias oportunidades, mas também levar ao caos e à paralisia.

Receita para um ‘pitch’ perfeito

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O ‘pitch’ é um conceito a que os empreendedores se têm que habituar. É nada mais do que uma apresentação destinada a ‘vender’ um produto, um projeto ou uma ideia. Mas se em teoria esta não parece uma tarefa complicada, a prática desmente as facilidades e aconselha que se tenham em atenção algumas dicas para transformar um ‘pitch’ no ‘pitch’ perfeito. É isso mesmo que oferece o especialista alemão Christoph Sollich, conhecido como o ‘The Pitch Doctor’.

Nada melhor do que começar por perceber que um ‘pitch’ não é um bicho de sete cabeças mas antes algo que fazemos constantemente, seja a nível profissional, seja pessoal. De facto, podemos dar-lhe um outro nome, mas quando precisamos de alguma coisa é isso mesmo que fazemos, ou seja, um ‘pitch’.

Este é o ponto de partida, que se deve fazer acompanhar por outro: o de que “a prática faz a perfeição”. O mesmo é dizer: treine, treine muito e vai com toda a certeza conseguir um bom resultado. E não se esqueça de se preparar com a devida antecedência.

Na hora da apresentação procure ir para além dos factos. Diz quem sabe que o melhor caminho é um apelo direto ao coração! E atenção ao tempo. Um ‘pitch’ quer-se curto, rápido, com não mais de cinco minutos de duração, uma vez que aqui a capacidade de síntese é um fator fundamental.

Não se esqueça também de identificar o problema para o qual o seu produto ou ideia funciona como solução. Procure criar entusiasmo à volta daquilo que está a apresentar e deixe-se contagiar por esse entusiasmo. E boa sorte!

 

Fonte: Expresso

Os erros mais comuns que podem destruir uma startup

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Startups há muitas. Mas quantidade nunca foi sinónimo de qualidade e ainda que a vontade seja importante, por si só não é suficiente para levar uma ideia avante e torná-la vencedora, sobretudo num cenário como o de hoje, onde ideias não faltam. E foi com isto em mente que a revista Entrepreneur decidiu partilhar uma lista das oito razões mais comuns que conduzem ao falhanço de uma startup.

Tudo começa, afirma, com a falta de planeamento. Sim, é óbvio que antes de começar há sonhos que já se desenharam, ideias que se criaram com vista ao futuro, mas há planos concretos, como aqueles que dizem respeito aos potenciais consumidores ou ao dinheiro que se pode gastar todos os meses, que importa também ter em conta. A isto junta-se o uso da tecnologia, ou melhor, a poupança tecnológica, que o artigo considera uma falha importante. É que, ainda que este possa ser um investimento avultado, quase sempre acaba por compensar.

Um dos maiores erros que as novas empresas cometem diz respeito ao marketing. Identificar o consumidor alvo é essencial, assim como é também determinante escolher muito bem os locais onde se faz a divulgação ou publicitação do produto. Tudo sem gastar demais. É que se o investimento é importante, não menos é o cuidado com os gastos, sobretudo quando se está a dar os primeiros passos no mundo empresarial. Mas atenção que gastar de menos pode ter o mesmo efeito. Conta, peso e medida são aqui as palavras-chave.

Uma forte presença online é outros dos aspetos a ter em conta, assim como a capacidade de delegar. Por mais que o empreendedor acredite nas suas capacidades, a tentação de concentrar em si todos os aspetos da gestão pode custar caro. Finalmente, o artigo chama a atenção para a concorrência. Há que estar de olho no que os outros fazem, procurando aquilo que torna a sua empresa e o seu produto únicos.

Fonte: Entrepreneur

Uma casa ‘construída’ em 3 dias

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É um dos maiores e mais prestigiantes prémios de design mundiais. E, na edição deste ano do ‘Red Dot Design Award’, na categoria Habitat, a vencedora foi uma ideia portuguesa que simplifica o processo de construção de uma casa. A novidade chama-se Gomos Building System e é desenvolvida por um grupo de arquitetos do atelier Summary, uma startup que nasceu no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e que tem a seu cargo a tarefa de desconstruir a complexidade inerente à construção de uma habitação. E tudo graças a um sistema de módulos que, desde a caixilharia, isolamento, instalações de água ou eletricidade, deixam a fábrica completamente prontos, reduzindo os meses de construção a apenas três dias, o tempo necessário para a montagem no local escolhido, confirma o atelier.

Os módulos, de cimento, são combinados e adaptados consoante a necessidade dos clientes, sejam estas de espaços maiores ou mais pequenos. A estas vantagens junta-se outra: a atenção dada à eficiência energética, com uma aposta em soluções mais económica no que diz respeito ao isolamento, iluminação ou ventilação.

Depois de, em 2016, ter sido convidada a integrar a exposição principal da Bienal de Arquitetura de Veneza, a inovação ‘made in Portugal’ volta a merecer destaque, desta feita com um prémio oriundo de Singapura, onde vai estar em exposição, disponível para visita, no Red Dot Museum.

Fonte: Atelier Summary