As características dos inovadores

o time
Segundo Felipe Ost Scherer, cofundador da Innoscience (parceiro internacional da Improve) e de acordo com o seu livro “O Time dos Sonhos da Inovação”, são 14 as principais características de uma pessoa com perfil altamente inovador.

Qual a sua opinião?

1) Colocar o sonho à frente do dinheiro;
2) Criar um modelo de negócio único;
3) Não ter medo de correr riscos;
4) A cabeça nas nuvens e os pés no chão;
5) Dar atenção a todas as dimensões da inovação e não somente a ligada ao produto;
6) Conectar os pontos;
7) Formar equipas de alto nível;
8) Facilitar a colaboração e o trabalho em equipa;
9) Fomentar uma cultura incomparável;
10) Colocar as pessoas certas para fazer as coisas certas;
11) Manter o motor da inovação permanentemente ligado;
12) Senso de urgência e execução;
13) Atenção aos detalhes;
14) Comunicar a inovação.

bewarket – Vendas via Facebook

bewarket

Fonte: Sapo

Bewarket é um projecto português, e caracteriza-se por ser uma plataforma de compra e venda online, semelhante ao já conhecido ebay. No Bewarket o utilizador tem um leque de opções e pode comprar, vender, doar, leiloar e ainda revender os seus produtos. Não necessita de se dirigir ou aceder a nenhum site, e basta ter acesso à sua conta no Facebook uma vez que o serviço funciona como uma aplicação para esta rede social.

O ‘social commerce’ Bewarket, surgiu a partir da tese de Mestrado de um dos criadores, Marco Barbosa, que teve como tema a utilização do comércio electrónico no mercado social. Para o autor “existe uma convergência no associar das redes sociais às compras e venda online […] esse é o futuro do comércio electrónico”.

Nova Entrepreneurship Society promove Pizza Night com foco em design de interfaces

 

Deixo-vos aqui uma nota recebida da NOVA Entrepreneurship Society – Clube de Empreendedores da Universidade NOVA de Lisboa.

O empreendedorismo exige uma grande capacidade de flexibilidade, resiliência e planeamento. Todos os meses, a Nova Entrepreneurship Society recebe convidados na sua já tradicional Pizza Night para uma conversa informal sobre estes e outros aspetos que tangenciam diversos setores do mercado. Nesta quarta-feira (21/11) o designer João Ferreira desloca-se ao clube para um encontro sobre o tema Design de Interfaces: desenvolvimento de aplicações e negócios web based.

João Ferreira atua como designer na Kwamecorp e professor convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. O desenvolvimento da sua trajetória profissional passa pelo contacto com diversas empresas de relevo tais como Pepsi, Nissan, 20th Century Fox e Nespresso.

A presente edição da Pizza Night faz parte da Semana Global de Empreendedorismo que acontece simultaneamente em 136 países. A Pizza Night é um evento promovido pelo Clube de Empreendedores da Universidade Nova de Lisboa. Desde maio de 2011, a Nova Entrepreneurship Society realiza encontros mensais que tem como objetivo aproximar empreendedores, estimular o networking e facilitar a interação entre diversos setores.

Aos interessados em participar, a Pizza Night tem início as 19h30 na Residência Alfredo de Sousa, Piso -1, Campus de Campolide, 1099-032, Lisboa, sendo 5€ para sócios e participantes pela primeira vez e 8€ para não sócios. O evento possui um limite restrito de participantes sendo assim imprescindível a inscrição e a confirmação de presença em: http://alturl.com/2jhww

Peças de roupa com colunas de som

Fonte: Correio do Minho

João Oliveira e Pedro Filipe são dois jovens bracarenses empreendedores que se lançaram na aventura de criar um produto e uma marca completamente inovadores. EarBox é o nome pelo qual são conhecidas as peças de roupa com colunas de som, um produto produzido em Braga. O sucesso já é tanto, que os empresários estão a preparar uma parca para lançar no mercado.

Os jovens, que já mereceram o elogio do secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, durante uma visita, em Maio passado, à Universidade do Minho, garantem que trabalham todos os dias para procurar novas soluções, “até porque estamos a falar de um gadget, não é só uma sweatshirt”. Por isso, o objectivo é apresentar sempre novos produtos. “E a parca é uma novidade porque ainda não temos um produto preparado para a chuva”, justificou Pedro Filipe.

Viciados em música, até porque ela está em todo o lado, os empresários descobriram uma maneira da música os acompanhar diariamente sem ter de recorrer a headphones e sem ter de se isolarem. “Os headphones são bons para ouvirmos uma música com atenção, já que não há nada que nos permita ouvir música com tanta atenção como os headphones, é bom para nos isolarmos do mundo à nossa volta, quando isso faz falta. Contudo, é um produto que não funciona, ou pelo menos não é o ideal, para andarmos de bicicleta, para nos deslocarmos na rua, para conversarmos e estarmos com amigos”, assim, e para evitar “esta funcionalidade errada que tem os headphones”, surgiu durante o Verão de 2010 a ideia de criar esta empresa, sediada no Parque Industrial de Frossos.

Os dois jovens empreendedores ao criarem esta marca procuravam “inovar no mercado do vestuário musical, desenvolvendo peças de roupa tradicionais, onde as novas tecnologias e arte se fundem e convidam a uma perfeita sintonia com o mundo que nos rodeia”.

As sweatshirts e os casacos são os produtos mais vendidos, mas existe uma gama bastante mais vasta de produtos, entre os quais podemos encontrar por exemplo os cachecool, vestidos, t-shirt, todos com colunas revestidas a cortiça e escondidas no capuz.

Portugueses inventam seringa sem agulha

Fonte: TVI24

Uma seringa a laser, sem agulha, está a ser desenvolvida em Coimbra e deve chegar ao mercado dentro de um ano, anunciou Carlos Serpa, um dos investigadores envolvidos.
O Laserleap (seringa a laser) é um sistema em nada semelhante às tradicionais seringas com agulha, mas que, tal como estas, permite fazer chegar o medicamento ao destino pretendido, só que sem picada e recorrendo a laser.

O protótipo da «seringa» foi hoje apresentado na Universidade de Coimbra (UC), onde o projeto nasceu, em 2008, por um grupo de três investigadores do Departamento de Química, que inclui também Luís Arnaut e Gonçalo Sá.

Através do laser, é criada uma onda de pressão que, ao chegar à pele, gera uma «espécie de tremor de terra», deixando-a «durante alguns segundos permeável», o que facilita a aplicação do fármaco, administrado em creme ou gel, explicou Carlos Serpa, citado pela Lusa. O fármaco «surte efeito mais rapidamente, nomeadamente no caso dos analgésicos tópicos», acrescentou.
Aplicações no tratamento do cancro da pele e de determinadas doenças dermatológicas, administração de vacinas ou aplicações em cosmética são algumas das utilizações da tecnologia Laserleap.

Testado em três dezenas de estudantes do Departamento de Química, o sistema «não provoca dor nem vermelhidão», de uma maneira geral – «apenas cinco por cento dos casos, mas passa rapidamente» – e é considerado «seguro para os humanos».

Vencedor da primeira edição do prémio RedEmprendia (2010), no valor de 200 mil euros, o Laserleap, levou já à criação de uma empresa – LaserLeap Tecnologies, em setembro de 2011, e atualmente incubada no Instituto Pedro Nunes – e a um pedido de patente internacional, em abril de 2011.

Intestino grosso à distância de um comprimido

Fonte: Agência Lusa

Um inovador “comprimido” que permite ao médico ver tudo o que se passa no intestino grosso ou no cólon do paciente está a ser “trabalhado” em Guimarães, numa parceria entre o hospital e a universidade.

Segundo os promotores, aquela cápsula endoscópica vai em breve ser testada em animais, para posteriormente poder ser aplicada ao homem.

A investigação envolve a Universidade do Minho e o Centro Hospitalar do Alto Ave.

Trata-se de uma espécie de comprimido, que incorpora uma bateria e um sistema de captura de imagens e que é telecomandável.

O paciente engole o comprimido e o médico pode conduzi-lo onde for necessário, para fazer o seu diagnóstico, ficando os dados gravados num sistema informático.

No final do exame, o comprimido é expelido naturalmente pelo organismo.

Este sistema já é usado para exames ao intestino delgado, mas para o intestino grosso ou cólon ainda se recorre ao sistema com fios, muitas vezes “temido” e até “rejeitado” por muitos pacientes.

Universidade do Minho desenvolve tecido para minimizar efeitos das lesões do menisco

Fonte: Agência Lusa

As lesões do menisco poderão deixar de ser um problema para os atletas de alta competição, graças a uma investigação da Universidade do Minho (UMinho) que pretende desenvolver um tecido para substituir as partes afetadas, foi hoje anunciado.

Segundo fonte da UMinho, a investigação visa encontrar um tecido “que ultrapasse as dificuldades atuais e que, de forma mais eficaz, reponha o que o atleta perdeu, devolvendo-lhe estabilidade e a performance biomecânica perdidas”.

O tecido já foi testado, com sucesso, em pequenos animais e em células humanas, faltando agora avançar para animais de grande porte.

Esta será a última etapa antes de entrar na fase decisiva dos ensaios clínicos.

Segundo os investigadores do projeto, as lesões do menisco são a mais frequente causa de cirurgia em ortopedia e têm “importante” impacto socioeconómico.

A remoção da parte lesada tem sido o tratamento mais frequente, mas “traz consequências a longo prazo”, como o desgaste articular e artrose precoce.

“Atualmente, é adquirido que a remoção total do menisco provoca o aparecimento de osteoartrite num período de 7 a 10 anos”, garante o investigador Hélder Pereira.

Destaca ainda a síndrome de dor pós-operatória “que impede o atleta de voltar à competição”.

Além disso, garante que cerca de 30 por cento das reparações do menisco são “mal sucedidas” e que o transplante “normalmente nunca devolve o atleta à alta competição”.

As mais recentes tendências para o tratamento das lesões do menisco são as abordagens de engenharia de tecidos e medicina regenerativa.

Os meniscos são cartilagens presentes no joelho que têm a função de diminuir o impacto e melhorar o encaixe entre as faces articulares do fémur e da tíbia.