Como a Inteligência Artificial pode mudar o mundo das compras

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No Encontro Português de Inteligência Artificial (EPIA), que decorreu no Porto, foram apresentadas várias ideias. E vários projetos. A Shelf.AI foi um deles, mais uma ideia nacional que se define como “uma plataforma inovadora de vendas e comunicação”, que pretende facilitar e tornar mais rápida a relação entre os retalhistas online e os consumidores.

Para estes últimos, fazer compras torna-se ainda mais fácil, à distância de apenas um clique; a inteligência artificial torna possível, para quem vende, conhecer os clientes, os seus hábitos, as suas preferências (seja de produtos ou marcas) e as suas necessidades, e com estes manter uma linha de comunicação e gestão das suas despensas, através das aplicações Amazon Alexa, Google, Home, Microsoft Cortana ou Facebook Messenger. Ou seja, permite que os retalhistas online melhorem as suas vendas, personalizando a experiência de compra dos clientes. E aumentando os lucros.

Selecionada, de entre centenas, para um financiamento na última ronda do programa Horizonte 2020, da Comissão Europeia, a Shelf.AI foi também escolhida para o Global Startup Program da Universidade do Texas, Estados Unidos. Trata-se de um programa de aceleração, que tem como objetivo ajudar as empresas portuguesas a aceder ao mercado norte-americano e ao capital de risco nele existente. Tratou-se de uma semana de orientação e trabalho, que culminou com a criação de uma filial por terras do Tio Sam.

Fonte: Shelf.AI

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Adelaide.farm, uma plataforma de venda de produtos hortofrutícolas

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Os produtores, em especial os de pequena dimensão, têm agora mais um meio para escoar os seus produtos. Chama-se Adelaide.farm e é uma plataforma online que disponibiliza hortofrutícolas no formato a granel ou cabaz. Os produtos são colocados pelos produtores e entregues por uma figura designada por organizador. Este pode ser um agricultor, uma cooperativa ou qualquer pessoa/entidade ligada à agricultura.

O objectivo é «apoiar os pequenos produtores no escoamento dos seus produtos e na gestão da sua actividade», explicam os promotores. Os consumidores podem «controlar os produtos agrícolas que consomem, assim como conhecer as hortas e interagir com quem as cultiva».

Os agricultores fazem um pedido para integrar a Adelaide.farm e devem aguardar validação por parte dos gestores da plataforma. Uma vez aprovados, devem descrever a sua história, modo de produção, tamanho das hortas. Podem ainda propor culturas ou produtos, prevendo quantidades e datas de colheita.

Além do consumidor, é possível ainda vender a profissionais do sector.

A Myfarm (uma empresa social que visa dinamizar a pequena agricultura), promotora da iniciativa, retém «5% das vendas a grosso, isto é, a profissionais, e 16% nas vendas domésticas [consumidor final]. O organizador poderá também cobrar uma percentagem que tem um limite. Deve ser assegurado que o agricultor recebe sempre mais de 50% dos valor da venda ao público», esclarece Alice Teixeira, da Myfarm.

O projecto foi desenvolvido em parceria com a PDM&fc (empresa de consultoria e soluções informáticas) e a Guess What (agência de comunicação).

A plataforma já está a actuar no Algarve, Beja, Évora, Montemor-o-Novo, Almeirim e Sintra.

Lisboa no ranking das “Hottest Startup Cities”

Pela primeira vez, Lisboa foi incluída pela prestigiada revista de tecnologia norte-americana Wired no ranking anual “The Hottest Startup Cities” da Europa, entre 100 cidades europeias como Helsínquia, Londres, Berlim, Paris, Amesterdão, Estocolmo, Telavive, Barcelona e Istambul.

Quais as startups destacadas pela Wired?

Uniplaces, Codacy, Talkdesk, Chick by Choice, Unbabel, CrowdProcess, Prodsmart, Hole19, Tradiio e Aptoide.

A vinda da Web Summit para Lisboa, bem como o facto de várias publicações internacionais terem comparado a capital portuguesa a nomes de referência no setor como São Francisco ou Berlim também ajudaram a contribuir para o resultado final.

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Fonte: Observador

Encontro de micro e pequenos investidores portugueses emigrados

Em dezembro, Sintra poderá ser o palco de um encontro de micro e pequenos investidores portugueses emigrados em várias regiões do mundo.

José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades, depois de se ter identificado mais de 5.000 pequenos empreendedores que são emigrantes portugueses, explicou que este encontro resulta do trabalho que está a ser realizado há dois meses no Ministério dos Negócios Estrangeiros e que permitirá o contacto dos empresários com os municípios portugueses.

Saiba mais aqui: Observador

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App portuense pode ajudar a evitar distrações ao volante

A HealthyRoad acaba de anunciar o lançamento de uma app que, emite alertas pelo telemóvel, sempre que são detetadas distrações ou sinais de sonolência do condutor.

Como funciona? Através da câmara frontal do dispositivo móvel, sempre que o condutor começar a adormecer ou se notar alguma falta de atenção, o telemóvel produz um aviso sonoro e visual de forma a acordar o condutor ou simplesmente relembrar o condutor de prestar atenção à estrada novamente.

A app por enquanto, está apenas disponível em versão Android.

Veja aqui e aqui alguns vídeos que mostram como a HealthyRoad tem vindo a desenvolver tecnologias de segurança rodoviária nos últimos dois anos de atividade.

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Fonte: Exame Informática

Seedrs chega à região do Benelux

A Seedrs, a maior plataforma europeia de equity crowdfunding, vai expandir a sua atividade na região do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo), abrindo um escritório em Amesterdão.

A empresa passa então a estar presente na capital holandesa com o objetivo de criar e fomentar relações entre as startups da região do Benelux e o ecossistema de investimentos em estágios iniciais, e ainda de captar novos negócios que possam recorrer ao financiamento na plataforma.

A abertura de mais escritórios no continente europeu está nas previsões futuras da empresa.

Saiba mais aqui.

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Uma Estrela de inovação em Lisboa

A Junta de Freguesia da Estrela, em Lisboa, merece destaque no que toca a inovação, só nos últimos dois anos recebeu quatro distinções (nacionais e europeias) por apostar na inovação digital.

Esta Junta de Freguesia, com perto de 20.000 habitantes, já compete com empresas como a Vodafone e a Sonae, algo inédito em Portugal! Poderemos considerar a Estrela uma startup? Segundo o presidente Luís Newton, “no limite”, a junta é uma startup.

Tudo isto começou o ano passado, dois anos depois de a Junta ter sido criada, no âmbito da Reforma Administrativa de 2013, que veio reorganizar o mapa das freguesias. E foi assim que a Estrela inovadora nasceu, com o projeto de Luís Newton com dois principais objetivos: aproximar a Junta de Freguesia dos moradores e otimizar os serviços e a produtividade dos trabalhadores, escolhendo o digital como o meio para atingir os fins.

Saiba mais sobre esta Junta da Freguesia aqui.

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