Livros que não devem faltar na biblioteca dos empreendedores

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Livros sobre inovação, empreendedorismo e temas afins há muitos. Tantos, que o difícil é escolher. É para facilitar a tarefa que deixamos esta lista, com muitas páginas interessantes de leitura, sugeridas por quem mais sabe sobre estes temas e cujos nomes dispensam apresentações.

  • Daymond John é conhecido por ser um dos júris do programa Shark Tank, tarefa que desempenha graças à experiência – e fortuna – que resulta do facto de ser o cofundador de um negócio no ramo dos têxteis, a multimilionária marca de roupa FUBU. E é ele que recomenda o livro Pense e Fique Rico, da autoria do jornalista Napoleon Hill, uma prosa que, segundo Daymond, lhe mudou a vida. O livro é o resultado de um trabalho de mais de 20 anos, ao longo dos quais Hill entrevistou 500 milionários para descobrir o que tinham em comum, partilhando depois a receita para a fama e fortuna.

 

  • Refinery29 é o título de uma revista online que em poucos anos passou de uma startup com quatro fundadores para um negócio de milhões. Piera Gelardi é uma dessas fundadoras e elege o livro Criatividade – Como vencer as forças que bloqueiam a inspiração, de Ed Catmull, como um dos seus preferidos, recomendando-o a todos os empreendedores. Um livro que conta a história da Pixar e identifica o que a tornou uma empresa de sucesso, receita que pode ser replicada em vários outro setores.

 

  • É um nome recorrente na lista dos mais ricos do mundo e é também conhecido por ser um ávido leitor. E é de Warren Buffet que vem a próxima sugestão de leitura: Sonho Grande, de Cristiane Correa, que relata a trajetória de três dos mais bem-sucedidos empresários brasileiros (Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira).

 

  • Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, chama a atenção para De Bom a Excelente, um livro da autoria de Jim Collins que, juntamente com uma equipa de investigadores, olhou de forma mais atenta para 1.435 empresas em busca do que as tornava verdadeiros sucessos. E depois partilhou uma lista dessas características.

 

  • De Zero a Um é o nome do livro sugerido por Elon Musk, um dos fundadores e CEO da Tesla Motors e da SpaceX. Neste livro, Peter Thiel e Blake Masters escrevem sobre a concorrência, que é uma das principais ameaças aos negócios dos empresários. E tentam perceber porque é que, ainda assim, continuam a criar-se empresas em áreas onde a concorrência é feroz.

 

  • Mark Zuckerberg, o ‘pai’ do Facebook, elege O Fim do Poder, de Moisés Naím, como sendo de leitura obrigatória. Nele, revela como o impulso anti-establishment dos micropoderes pode derrubar tiranos, desalojar monopólios e abrir novas e extraordinárias oportunidades, mas também levar ao caos e à paralisia.
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Uma ‘cidade’ do empreendedorismo dentro de uma cidade empreendedora

Lisboa

É nas antigas instalações da Manutenção Militar, no Beato, ali entre Santa Apolónia e a Expo, em Lisboa, que vai nascer o Hub Criativo do Beato. Espalhados pelos 35 mil metros quadrados do espaço (o equivalente ao Terreiro do Paço) vão estar 20 edifícios, onde se espera que, já no próximo ano, estejam a trabalhar três mil pessoas, num projeto que vai ser também aberto à população, com oferta de bares, restaurantes, mercados…

A incubadora alemã Factory, a Unicer, a Mercedes e a Web Summit já têm lugar reservado neste novo espaço, onde a criatividade pretende ser palavra de ordem. De resto, incubadoras, aceleradoras, espaços de cowork não vão faltar em áreas que vão das indústrias mais criativas, como o cinema ou a publicidade, passando por centros de investigação até às startups nacionais e internacionais.

Fonte: site Câmara Municipal de Lisboa

Campus Party em Portugal

Para todos os fãs de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e entretenimento digital, chega a Portugal o Campus Party.

Conhecido com‘festival geek’, já marcou presença no Brasil, Colômbia, Alemanha, Holanda e Espanha, de onde, aliás, é originário o festival, chega a Portugal e a primeira edição vai realizar-se no Estoril, entre os dias 4 e 9 de Julho.
Marque já na sua agenda!

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Saiba mais sobre o festival no site oficial.

WonderCover, a capa para os seus jogos no tablet

Agora vai ser possível jogar jogos de cartas em grupo (sem ver o jogo uns dos outros) no seu tablet!

A WonderCover permite que múltiplos jogadores possam, em simultâneo, jogar os seus jogos favoritos de cartas e quizz nos seus tablets. Este é o primeiro sistema que permite aos utilizadores interagirem em grupo, em tempo real, num tablet enquanto escondem o seu jogo através de barreiras físicas.

Este produto foi idealizado pela Magnética Apps and Crafts, startup de Leiria, e materializado pela INNGAGE.

Como?

Várias soluções foram consideradas mas a que maior potencialidade apresentou foi a concepção de uma capa para tablet onde barreiras físicas podem ser acopladas para jogar e, após o jogo, guardadas na própria capa. A equipa da INNGAGE conduziu várias experiências com utilizadores, através de protótipos, para perceber a maneira mais simples do utilizador: perceber o produto, montar as barreiras, estar confortável a jogar sem mostrar o seu jogo e desmontar e guardar as barreiras. Foram testadas várias ideias com utilizadores dos 10 aos 60 anos e foram os seus insights que determinaram quais as soluções que avançaram no processo de Design.

O compromisso da INNGAGE foi idealizar e desenhar um produto que o utilizador pudesse transportar e usar para qualquer propósito, mas capaz de permitir jogar uma variedade de jogos com amigos e família. Para além da capa, foram desenhadas barreiras independentes e universais que se adaptam praticamente a qualquer tablet a partir de 7”.

Assim nasceu a WonderCover, a primeira capa de tablet para jogos em grupo, com barreiras integradas onde o físico encontra o digital em experiências reais de jogos digitais.

O seu lançamento está previsto para Janeiro de 2017.

Smart Cities & Startups

A conhecida revista britânica Monocle, na sua edição de julho/agosto, publicou o famoso top das 25 melhores cidades para viver, este ano Tóquio encontra-se no pódio enquanto Lisboa em 16º, um lugar que tem vindo a subir gradualmente.

Como é feita a seleção?

Os critérios utilizados pela revista são o que mais sobressai, como o número de ciclovias, as infraestruturas de comunicação disponíveis ou as condições dadas à classe criativa e empreendedora.

Como reconhecer uma smart city?

Segundo Miguel Castro Neto, professor e subdiretor da Information Management School da Universidade Nova de Lisboa (NOVA IMS), onde coordena a pós-graduação em Smart Cities, “é um aglomerado urbano que, tirando partido dos mais recentes desenvolvimentos tecnológicos disponíveis, procura responder às necessidades dos seus habitantes de forma sustentável e eficaz”. Nestas cidades, inovação, tecnologia e cultura participativa são fundamentais.

 “É uma cidade das pessoas e para as pessoas”, explica Miguel de Castro Neto, parafraseando Jane Jacobs, autora da obra “Morte e Vida de Grandes Cidades”.

É neste campo que as startups entram, onde representam uma alavanca para a construção e desenvolvimento destas cidades inteligentes, com a sua criatividade e pensamento “out of the box”.

Conheça alguns exemplos aqui.

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Startups portuguesas finalistas em Silicon Valley

Magikbee e Performetric, estão entre os finalistas da World Cup Tech Challenge, competição mundial que decorre a 1 de junho em Silicon Valley. As startups portuguesas estão presentes no evento com projetos que foram considerados pela organização sem fins lucrativos, Silicon Valley Forum, pertencentes à próxima geração de empresas tecnológicas emergentes.

As duas startups, integradas na Startup Braga, além dos seus projetos estarem na competição vão contar com investidores de capital de risco da cidade, administradores de várias empresas e órgãos de comunicação social.

Magikbee, desenvolveu uma tecnologia interativa que combina brinquedos tradicionais com as novas tecnologias, brinquedos de madeira que interagem com o iPad sem precisar de contacto físico.

Performetric, desenvolveu um sistema de monitorização de fadiga mental, o objetivo principal é melhorar a qualidade de vida e o desempenho individual dos seus utilizadores. Em contexto empresarial, pretende melhorar a eficácia dos colaboradores.

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Fonte: Observador

Turismo criativo?

Alunos de escolas de hotelaria e turismo foram desafiados a desenvolver ideias para criar novas empresas no âmbito do Tourism Creative Factory, um programa do Turismo de Portugal que surgiu inspirado na conferência Web Summit.

Na fase inicial foram selecionados 16 projetos, que estão a ser trabalhados durante 8 semanas para serem apresentados a investidores, numa iniciativa estilo Shark Tank. Os projetos estão a ser acompanhados por especialistas na definição da marca, logótipo, plano de negócios e ainda em alternativas de financiamento.

O objetivo deste projeto é dinamizar as escolas de hotelaria e turismo, tornando-as em “fábricas de turismo criativo” e ainda ajudar no desenvolvimento para que se tornem independentes.

Saiba mais sobre o projeto aqui!

Fonte: Expresso