O que é preciso para termos mais empreendedores

empreendedorismo

O empreendedorismo está na moda. Nuno Agostinho, presidente da Associação de Jovens Empresários da Madeira sabe disso e, numa crónica de opinião recentemente publicada, salienta esse facto, alertando, no entanto, que tem que ser mais do que isso. E no que apelida de “ecossistema do empreendedorismo”, que se quer repleto de empreendedores, todos temos um papel a desempenhar para fomentar a criação de condições que permitam que mais se possam transformar em empreendedores.

Tudo começa, ou deveria começar, com as políticas de incentivo. Já existem algumas, é certo, mas Nuno Agostinho considera que deveriam haver mais, muito mais. E a estas junta a necessidade de maior tolerância por parte da sociedade, que é rápida a condenar o fracasso, indiferente ao facto de ser, muitas vezes, de fracasso em fracasso que se chega ao sucesso.

A família tem também um papel nesta equação, através da educação de valores e do incentivo aos sonhos dos jovens. Assim como o sistema educativo e um Estado “menos interventivo, mais eficiente, desburocratizado”.

 

Fonte: Jornal Económico

Anúncios

O empreendedorismo não é um exclusivo das grandes cidades

lisbon-1450809_1920

O empreendedorismo não tem nem deve ser uma tendência exclusiva às maiores cidades do país. Infelizmente, é o que se tem vindo a assumir: o público associa o empreendedorismo a Lisboa, Porto, e talvez Braga.” O alerta é feito por Francisco Costa Leite, empreendedor e fundador do TheNetwork, uma iniciativa que juntou o tecido industrial e as startups num concelho que costuma estar arredado da ribalta, pelo menos quando o tema é empreendedorismo: São João da Madeira.

Segundo este jovem empreendedor, há tendência para esquecer que “quem concebe e desenvolve as ideias que originam grandes negócios são as pessoas, não o local onde elas nasceram. O que faz o empreendedorismo são as pessoas que investem o seu tempo e dinheiro, que arriscam com uma atitude extremamente otimista, porque o seu sucesso apenas depende da sua capacidade de superação e força de vontade”.

É por isso que, numa crónica publicada no Jornal Económico, defende a descentralização do empreendedorismo e inovação, que até já existe, mas que precisa de ser reconhecida, assim como a certeza de que muitos outros locais, que não as grandes capitais, “têm tanta ou mais inovação, uma capacidade de receber melhor, impactar mais e, inclusive, sediar mais atenções pela diferenciação”. “Hoje em dia, preferimos falar de tendências com mais sex-appeal, falamos menos de produtos e mais de tecnologias – medtech, fintech, agrotech e afins. Mas aquilo que leva uma startup a tornar-se uma Google e um negócio familiar num líder do seu mercado são, em grande parte, as mesmas capacidades, e são as mesmas capacidades de sempre”, acrescenta.

Um texto para ler e refletir.

Fonte: Jornal Económico

CHOFER made in Portugal

1

Já existem alguns serviços do género. Serviços que se propõem ligar pessoas que se querem deslocar àquelas que têm os meios – leia-se automóveis – para concretizar essas deslocações. A CHOFER é a mais recente, a concorrer com nomes bem conhecidos como a Uber ou Cabify. A diferença? É uma ideia nacional, desenvolvida integralmente por alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro que, num mês de atividade, já se instalou em Lisboa, Porto e no Algarve, contando com mais de 500 motoristas e 3.000 utilizadores e traçando planos para chegar mais longe.

O sistema de funcionamento é semelhante ao da concorrência: “para viajar, basta abrir a aplicação, confirmar o local onde quer iniciar e terminar a viagem e confirmar a chamada do veículo”. Depois, chega o motorista, ou seja, o chofer e a viagem pode então ter início. E também tal como a concorrência, chegado ao destino o pagamento é feito de forma automática e eletrónica (cartão de crédito), ainda que, para breve, estejam na calha outras formas de pagamento.

Entre as vantagens que a empresa destaca, para além do emprego apenas de motoristas licenciados, a possibilidade dada ao cliente de saber sempre quanto vai pagar (é facultado o valor estimado da viagem), assim como o agendamento da viagem com até 24 horas de antecedência. A estas junta outra: o transporte, para além dos passageiros, de objetos, documentos e cargas.

Fonte: Chofer

 

Virgin de olhos postos na aventura do empreendedorismo nacional

virgin

Empreender, inovar, criar, inventar são verbos cada vez mais presentes no léxico nacional. E que captaram a atenção internacional. E a razão é simples: Portugal deixou de ser apenas uma nação feita de História ou o porto de onde partiram as caravelas rumo ao desconhecido, para se tornar um país que tomou o leme do seu presente e foi capaz de o reinventar. Esse é, de resto, o tema de um artigo publicado no blog da Virgin, que tem como protagonista o nosso país.

“Portugal is a top destination to create, test, fail fast and try again” ou, na língua de Camões,  “Portugal é um destino de topo para criar, testar, falhar rapidamente e tentar novamente”, lê-se logo nas primeiras linhas. O texto prossegue, enumerando o que faz do País, e sobretudo da capital, o novo espaço de eleição para start-ups, novas empresas e empresas já com provas dadas no mercado, de tal forma que Lisboa acabou mesmo por destronar Berlim, na opinião de quem sabe, como palco principal da inovação.

Os apoios governamentais têm ajudado, assim com os incentivos locais, destinados a captar a atenção – e o trabalho – de quem se dedica ao empreendedorismo. Um trabalho que é cada vez mais reconhecido lá fora e que, segundo o artigo da Virgin, até nem deveria surpreender assim tanto. Afinal, descoberta e aventura nunca faltaram no nosso passado. É, por isso, apenas natural que definam o nosso presente.

Fonte: Virgin

‘O ano da Transformação Digital’ em debate

header_site

Estratégia, inovação, empreendedorismo, internacionalização. São vários os temas em destaque na próxima edição do Q-Day Conference 2017, agendado para 21 de setembro, na Culturgest, em Lisboa, que tem como tema ‘O ano da Transformação Digital’.

Promovido pela Quidgest, este encontro junta oradores de diferentes áreas, tendo como pano de fundo a transformação digital, que tem mudado o mundo e a forma como nele vivemos. Uma transformação, em forma de revolução, que obriga a adaptações e cria novas necessidades às quais é preciso dar resposta. “A transformação digital evidencia, por exemplo, que os sistemas de informação mais ágeis e evolutivos, não necessariamente os mais caros, servem melhor os objetivos das organizações. Na velocidade de conversão do conhecimento em tecnologia, são as pessoas, o talento, as ferramentas de automação e as decisões adequadas que fazem a diferença”, refere a organização.

Com conferências e workshops, a Q-Day Conference pretende promover a partilha de ideias e opiniões, funcionando também como uma oportunidade para estabelecimento de parcerias estratégicas.

Mais informações aqui.

Entrepreneurship School chegou a Lisboa

Entrepreneurship-School

A “Entrepreneurship School”, escola de empreendedorismo da ThinkYoung em colaboração com a Fundação Coca-Cola, chegou esta segunda-feira a Lisboa, esta iniciativa já decorre em 27 escolas em diferentes países e tem três pilares base:

Conhecimento, Motivação e Diversão.

Jovens entre os 18 e os 35 anos que pretendam lançar negócios próprios podem contar com a ajuda de vários empresários até sexta-feira, façam já a vossa inscrição e saibam mais aqui!

Fonte: Observador