Como a Inteligência Artificial pode mudar o mundo das compras

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No Encontro Português de Inteligência Artificial (EPIA), que decorreu no Porto, foram apresentadas várias ideias. E vários projetos. A Shelf.AI foi um deles, mais uma ideia nacional que se define como “uma plataforma inovadora de vendas e comunicação”, que pretende facilitar e tornar mais rápida a relação entre os retalhistas online e os consumidores.

Para estes últimos, fazer compras torna-se ainda mais fácil, à distância de apenas um clique; a inteligência artificial torna possível, para quem vende, conhecer os clientes, os seus hábitos, as suas preferências (seja de produtos ou marcas) e as suas necessidades, e com estes manter uma linha de comunicação e gestão das suas despensas, através das aplicações Amazon Alexa, Google, Home, Microsoft Cortana ou Facebook Messenger. Ou seja, permite que os retalhistas online melhorem as suas vendas, personalizando a experiência de compra dos clientes. E aumentando os lucros.

Selecionada, de entre centenas, para um financiamento na última ronda do programa Horizonte 2020, da Comissão Europeia, a Shelf.AI foi também escolhida para o Global Startup Program da Universidade do Texas, Estados Unidos. Trata-se de um programa de aceleração, que tem como objetivo ajudar as empresas portuguesas a aceder ao mercado norte-americano e ao capital de risco nele existente. Tratou-se de uma semana de orientação e trabalho, que culminou com a criação de uma filial por terras do Tio Sam.

Fonte: Shelf.AI

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Estudantes criam bebida que combate desperdício e beneficia a saúde

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As universidades são o palco de muitas ideias. E se algumas não passam disso mesmo, outras arriscam-se a ganhar prémios e conquistar a atenção mediática. Foi o que aconteceu com o projeto liderado por Daniela Costa e Rita Martins, alunas da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, que decidiram criar duas bebidas. E o que é que as Toal têm que as torna merecedoras de um prémio? São capazes de juntar o útil ao agradável, ou seja, combatem o desperdício alimentar e, ao mesmo tempo,  têm benefícios para a saúde.

Derivadas do soro excedente que resulta do fabrico do queijo, são constituídas por polpa de morangos, mas não de uns morangos quaisquer. Estes morangos são ‘feios’, ou seja, fazem parte daquele grupo de fruta que, pela sua forma ou calibre, não tem lugar nos supermercados. Para além de tudo isto, são ainda ricas em antioxidantes e probióticos e têm baixo teor de gordura e lactose. E uma delas tem um elevado valor energético, mas não tem proteína, enquanto a outra tem um valor proteico alto.

Motivos de sobra para que este tivesse sido um dos projetos vencedores do prémio Ecotrophelia Portugal 2017, uma iniciativa da PortugalFoods e da Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares, que tem como grande objetivo premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar.

Fonte: SapoTek e fipa

‘O ano da Transformação Digital’ em debate

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Estratégia, inovação, empreendedorismo, internacionalização. São vários os temas em destaque na próxima edição do Q-Day Conference 2017, agendado para 21 de setembro, na Culturgest, em Lisboa, que tem como tema ‘O ano da Transformação Digital’.

Promovido pela Quidgest, este encontro junta oradores de diferentes áreas, tendo como pano de fundo a transformação digital, que tem mudado o mundo e a forma como nele vivemos. Uma transformação, em forma de revolução, que obriga a adaptações e cria novas necessidades às quais é preciso dar resposta. “A transformação digital evidencia, por exemplo, que os sistemas de informação mais ágeis e evolutivos, não necessariamente os mais caros, servem melhor os objetivos das organizações. Na velocidade de conversão do conhecimento em tecnologia, são as pessoas, o talento, as ferramentas de automação e as decisões adequadas que fazem a diferença”, refere a organização.

Com conferências e workshops, a Q-Day Conference pretende promover a partilha de ideias e opiniões, funcionando também como uma oportunidade para estabelecimento de parcerias estratégicas.

Mais informações aqui.

Levar o carro à oficina nunca foi tão fácil

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Plataformas que disponibilizam serviços não faltam. Há-as para férias, viagens, hotéis, transportes. E há agora também para oficinas de mecânica automóvel. É pelo menos isso que oferece a IZIRepair, a primeira do género e com cunho português, que tem como missão levar o carro à oficina. Ou seja, através dela é possível selecionar a oficina que é mais do agrado para realizar os trabalhos necessários, bastando apenas para isso introduzir a matrícula da respetiva viatura e o código postal da zona pretendida.

É o fundador desta startup que explica, em declarações à Startup Lisboa, que foi a elevada oferta deste tipo de serviços, o que faz com que, não raras vezes, quem precisa de um arranjo no carro não saiba bem para onde se virar, que motivou a criação da plataforma. A IZIRepair pretende dar aqui uma ajuda, ao identificar as oficinas onde se realizam os serviços de que o cliente necessita, os preços praticados e a localização da mesma. Depois da escolha feita, há ainda a opção de recolha e entrega da viatura, sem que o cliente se tenha que preocupar com isso. A esta junta-se outra mais-valia: todas as oficinas apresentadas são sujeitas a uma avaliação prévia.

A inovação made in Portugal está a dar os primeiros passos no mercado nacional, mas não perde de vista o desejo de internacionalização.

Fonte: Startup Lisboa

Diagnóstico da depressão à distância de um exame de sangue

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E se, para diagnosticar a depressão, não fosse preciso mais do que uma simples análise ao sangue? É esta a proposta de uma equipa do i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (UP), que quer facilitar a vida a quem sofre com a doença e a quem tem que a diagnosticar.

Chama-se ‘MyRNA Depression Diagnostics’ e trata-se de “um kit para detetar e quantificar um painel específico de biomarcadores moleculares numa amostra de sangue, o que permite um diagnóstico quantitativo e uma melhor monitorização da doença”, explica ao site de notícias da UP Susana Santos, um dos elementos da equipa que está a trabalhar nesta inovação. Uma forma de dar mais facilmente nome a um problema que afeta milhares de portugueses e milhões de pessoas em todo o mundo, e que é possível graças à análise feita por um algoritmo, que fornece os resultados entre 24 a 48 horas após a colheita de sangue.

A ideia acabou mesmo por ser escolhida para participar no programa COHiTEC deste ano, uma iniciativa da COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação, que visa dar apoio na avaliação do potencial comercial das ideias e ajudar a transformá-las em produtos.

Fonte: Notícias Universidade do Porto

Conheça alguns falhanços da inovação

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Porque nem sempre a inovação resulta a 100%, e de falhanços está a História repleta, o Observador apresenta alguns dos maiores flops de sempre:

  1. Um lança-chamas contra o carjacking
  2. Segway
  3. Porta Moedas Multibanco
  4. LaserDisc
  5. Google Glass
  6. Concorde
  7. Eau de toilette da Harley Davidson
  8. Hindenburg, o “Titanic dos céus”
  9. Lasanha da Colgate
  10. Smartgun
  11. Coca-Cola com novo sabor
  12. Insulina inalável
  13. Rejuvenique Electric

Veja o artigo completo aqui.