O empreendedorismo não é um exclusivo das grandes cidades

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O empreendedorismo não tem nem deve ser uma tendência exclusiva às maiores cidades do país. Infelizmente, é o que se tem vindo a assumir: o público associa o empreendedorismo a Lisboa, Porto, e talvez Braga.” O alerta é feito por Francisco Costa Leite, empreendedor e fundador do TheNetwork, uma iniciativa que juntou o tecido industrial e as startups num concelho que costuma estar arredado da ribalta, pelo menos quando o tema é empreendedorismo: São João da Madeira.

Segundo este jovem empreendedor, há tendência para esquecer que “quem concebe e desenvolve as ideias que originam grandes negócios são as pessoas, não o local onde elas nasceram. O que faz o empreendedorismo são as pessoas que investem o seu tempo e dinheiro, que arriscam com uma atitude extremamente otimista, porque o seu sucesso apenas depende da sua capacidade de superação e força de vontade”.

É por isso que, numa crónica publicada no Jornal Económico, defende a descentralização do empreendedorismo e inovação, que até já existe, mas que precisa de ser reconhecida, assim como a certeza de que muitos outros locais, que não as grandes capitais, “têm tanta ou mais inovação, uma capacidade de receber melhor, impactar mais e, inclusive, sediar mais atenções pela diferenciação”. “Hoje em dia, preferimos falar de tendências com mais sex-appeal, falamos menos de produtos e mais de tecnologias – medtech, fintech, agrotech e afins. Mas aquilo que leva uma startup a tornar-se uma Google e um negócio familiar num líder do seu mercado são, em grande parte, as mesmas capacidades, e são as mesmas capacidades de sempre”, acrescenta.

Um texto para ler e refletir.

Fonte: Jornal Económico

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Entrepreneurship School chegou a Lisboa

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A “Entrepreneurship School”, escola de empreendedorismo da ThinkYoung em colaboração com a Fundação Coca-Cola, chegou esta segunda-feira a Lisboa, esta iniciativa já decorre em 27 escolas em diferentes países e tem três pilares base:

Conhecimento, Motivação e Diversão.

Jovens entre os 18 e os 35 anos que pretendam lançar negócios próprios podem contar com a ajuda de vários empresários até sexta-feira, façam já a vossa inscrição e saibam mais aqui!

Fonte: Observador

StartUp Portugal com taxa de execução de quase 90%

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O secretário de estado da indústria, João Vasconcelos, avançou que quase todas as medidas do StartUp Portugal já foram aplicadas e que contam, neste momento, com uma taxa de execução de quase 90%.

Durante a próxima semana já serão pagos os primeiros startup vouchers e, ainda este mês, também os primeiros vales de incubação.

O StartUp Portugal, lançado em maio do ano passado, é a estratégia do Governo de apoio ao empreendedorismo e prevê o estabelecimento da Rede Nacional de Incubadoras, tornar o país numa zona tecnológica franca, promover a inovação no Estado, com o Startup Simplex, e criar uma estratégia de emprego assente na criação de negócios próprios.

Esta iniciativa pretende, também, apoiar as startups, levando-as a eventos nacionais, internacionais e oficiais e ajudar com financiamento através de apoios ao investimento, criando um regime fiscal mais favorável, e ajudando todos aqueles que têm ideias inovadoras, através de programas como o Momentum, para jovens recém-licenciados, o startup voucher e o vale incubação.

Fonte: Dinheiro Vivo

Growth Hacking, conhece o método?

Patrick Vlaskovits, líder da Super Powered e autor do livro “The Lean Entrepreneur”, e Casey Armstrong, especialista em marketing e fundador da FullStackMarketer.com, vieram a Portugal e deixaram alguns conselhos interessantes para quem gere um negócio: conheçam os vossos clientes e não usem métodos tradicionais para produtos inovadores.

Em junho, os dois especialistas estiveram em Portugal e deram uma aula de growth hacking na Beta-i  (associação para promoção do empreendedorismo). Este conceito foi criado em 2010 por Sean Ellis, Hiten Shah e pelo próprio Patrick Vlaskovits e é um método que se baseia em procurar e explorar novos meios e canais de venda de produtos de forma que os negócios cresçam.

Saiba mais aqui.

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Finalistas do MBA Awards 2015 são líderes de uma startup portuguesa

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Luís Martins e Kiruba Eswaran, líderes da startup portuguesa Zaask, estão entre os finalistas dos MBA Awards 2015, este prémio ambiciona destacar o melhor projeto empreendedor do mundo que tenha saído de um mestrado em administração de negócios (MBA). Luís Martins, CEO, e Kiruba Eswaran, director de marketing estão entre os finalistas graças ao seu projeto Zaask, uma plataforma criada para facilitar o processo de contratação de serviços locais que garantiu um lugar na categoria MBA Entrepreneurial Venture Award.

Os MBA Awards visam reconhecer o talento e as contribuições feitas pelas escolas e pelos seus alunos, nos MBA e na comunidade em geral, premiando o que de melhor se faz nas escolas de negócios de todo o mundo, na vanguarda em liderança.

A Zaask supero os mais de oito mil profissionais ativos e cria uma ligação entre os seus clientes e quatro profissionais avaliados, para que sejam apresentados e posteriormente o cliente consiga escolher o que melhor se enquadra nas suas necessidades.

A Zaask faturou em torno de dez milhões de euros em 2014 e as estimativas apontam para que a faturação da empresa supere os 25 milhões de euros este ano.

Esta startup nasceu no “The Lisbon MBA“, na altura em que conheceu o atual diretor de marketing da Zaask. “Ambos percebemos que tínhamos uma visão e objetivos similares a nível profissional: queríamos abrir a nossa empresa. Uma experiência profissional e o pouco tempo disponível fizeram-nos perceber que existia uma lacuna no mercado no que diz respeito a contratar serviços locais, e foi a partir desta necessidade que surgiu o conceito da Zaask, uma empresa criada de raiz e baseada numa plataforma única de que muito nos orgulhamos”.

Fonte: Jornal de Negócios

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Portugal é o terceiro país que mais acelera startups na Europa

Em 2014, os programas de aceleração de empresas portugueses ajudaram a desenvolver 123 novos negócios. A liderar a tabela está o Reino Unido, com 599 startups aceleradas, e em segundo lugar está França, com 212. Os dados foram revelados no European Accelerator Report 2014, promovido pela Fundacity, uma plataforma online que liga startups a investidores de todo o mundo.BETA-I
A Beta-i (Associação para a Promoção do Empreendedorismo e Inovação), que desenvolve o programa de aceleração Lisbon Challenge, é a quarta aceleradora mais ativa da Europa, tendo ajudado a desenvolver 71 empresas em 2014.