Os erros mais comuns que podem destruir uma startup

business-891339_1920

Startups há muitas. Mas quantidade nunca foi sinónimo de qualidade e ainda que a vontade seja importante, por si só não é suficiente para levar uma ideia avante e torná-la vencedora, sobretudo num cenário como o de hoje, onde ideias não faltam. E foi com isto em mente que a revista Entrepreneur decidiu partilhar uma lista das oito razões mais comuns que conduzem ao falhanço de uma startup.

Tudo começa, afirma, com a falta de planeamento. Sim, é óbvio que antes de começar há sonhos que já se desenharam, ideias que se criaram com vista ao futuro, mas há planos concretos, como aqueles que dizem respeito aos potenciais consumidores ou ao dinheiro que se pode gastar todos os meses, que importa também ter em conta. A isto junta-se o uso da tecnologia, ou melhor, a poupança tecnológica, que o artigo considera uma falha importante. É que, ainda que este possa ser um investimento avultado, quase sempre acaba por compensar.

Um dos maiores erros que as novas empresas cometem diz respeito ao marketing. Identificar o consumidor alvo é essencial, assim como é também determinante escolher muito bem os locais onde se faz a divulgação ou publicitação do produto. Tudo sem gastar demais. É que se o investimento é importante, não menos é o cuidado com os gastos, sobretudo quando se está a dar os primeiros passos no mundo empresarial. Mas atenção que gastar de menos pode ter o mesmo efeito. Conta, peso e medida são aqui as palavras-chave.

Uma forte presença online é outros dos aspetos a ter em conta, assim como a capacidade de delegar. Por mais que o empreendedor acredite nas suas capacidades, a tentação de concentrar em si todos os aspetos da gestão pode custar caro. Finalmente, o artigo chama a atenção para a concorrência. Há que estar de olho no que os outros fazem, procurando aquilo que torna a sua empresa e o seu produto únicos.

Fonte: Entrepreneur

Anúncios

O empreendedorismo não é um exclusivo das grandes cidades

lisbon-1450809_1920

O empreendedorismo não tem nem deve ser uma tendência exclusiva às maiores cidades do país. Infelizmente, é o que se tem vindo a assumir: o público associa o empreendedorismo a Lisboa, Porto, e talvez Braga.” O alerta é feito por Francisco Costa Leite, empreendedor e fundador do TheNetwork, uma iniciativa que juntou o tecido industrial e as startups num concelho que costuma estar arredado da ribalta, pelo menos quando o tema é empreendedorismo: São João da Madeira.

Segundo este jovem empreendedor, há tendência para esquecer que “quem concebe e desenvolve as ideias que originam grandes negócios são as pessoas, não o local onde elas nasceram. O que faz o empreendedorismo são as pessoas que investem o seu tempo e dinheiro, que arriscam com uma atitude extremamente otimista, porque o seu sucesso apenas depende da sua capacidade de superação e força de vontade”.

É por isso que, numa crónica publicada no Jornal Económico, defende a descentralização do empreendedorismo e inovação, que até já existe, mas que precisa de ser reconhecida, assim como a certeza de que muitos outros locais, que não as grandes capitais, “têm tanta ou mais inovação, uma capacidade de receber melhor, impactar mais e, inclusive, sediar mais atenções pela diferenciação”. “Hoje em dia, preferimos falar de tendências com mais sex-appeal, falamos menos de produtos e mais de tecnologias – medtech, fintech, agrotech e afins. Mas aquilo que leva uma startup a tornar-se uma Google e um negócio familiar num líder do seu mercado são, em grande parte, as mesmas capacidades, e são as mesmas capacidades de sempre”, acrescenta.

Um texto para ler e refletir.

Fonte: Jornal Económico

Contagem decrescente para “a maior conferência de tecnologia do mundo”: bem-vindos à Web Summit

web_summit

A cerca de dois meses do início da Web Summit, que vai ocupar vários palcos da MEO Arena e da FIL Lisboa, no Parque das Nações, são já conhecidos muitos dos oradores que prometem tornar este evento, que se decorre pela segunda vez na capital, mais impressionante do que aquele realizado em 2016. Pelo menos em números. Senão veja-se: na edição anterior estiveram presentes 53.056 pessoas de 166 países; este ano são esperadas mais de 60 mil, de 170 países diferentes. De 1.490, o número de startups sobe para as 1.600.

Investidores e representantes de capital de risco também não vão faltar, assim como oportunidades para as mais de cem startups portuguesas já inscritas no evento. Ou tão pouco nomes conhecidos da política, economia, sociedade, tecnologia e muitas outras áreas. As confirmações sucedem-se. Da lista já fazem parte nomes como Brad Smith (Microsoft), Ze Frank (Buzzfeed), Sean Rad (Tinder), David Karp (Tumblr), estes apenas na área das tecnologias. Al Gore, vice-presidente dos EUA durante a presidência de Bill Clinton, François Hollande, ex-presidente francês, Caitlyn Jenner, ex-atleta transexual norte-americana, também conhecida por ter sido padrasto de Kim Kardashian, Dr. Oz, conhecido médico dos EUA, Liam Cunningham, ator que recentemente desempenha o papel de Davos Seaworth, na série Game of Thrones, Tawakel Karman, ativista dos direitos humanos iemenita, vencedora do Prémio Nobel da Paz em 2011 são apenas mais alguns nomes, de entre os primeiros 500 que foram anunciados e que fazem parte de uma lista que, segundo a organização, vai ultrapassar os mil e na qual se incluem dois robôs.

Figuras nacionais também as há. Carlos Moedas, comissário europeu para a Ciência e Inovação, António Horta-Osório, banqueiro, Luís Figo, que volta a marcar presença, o primeiro-ministro António Costa, o surfista Tiago Pires, entre muitos outros.

Fonte: Web Summit

Incubadora abre portas em Nova Iorque de olhos postos nas startups europeias

mundo

Chama-se B.New York e é uma incubadora de olhos postos em startups e empresas de tecnologia. Até aqui, nada de novo em relação a tantas outras incubadoras que por aí existem. Mas esta é diferente: primeiro, porque se encontra localizada em Brooklyn, na cidade norte-americana de Nova Iorque; e depois, porque oferece uma oportunidade para as empresas europeias, uma vez que é para startups e scale-ups internacionais que abre agora as suas portas, adicionando aos serviços normalmente disponibilizados vários outros (legais, de contabilidade e atribuição de vistos).

Um centro que, tal como se pode ler no site do projeto, “combina elementos de um espaço de co-working, incubadora, acelerador, escola e centro comunitário, visando empresas que estão a crescer dinamicamente e a expandir-se em todos os continentes”. Isto apesar de o foco principal serem as empresas europeias com desejo de entrar no mercado dos EUA e vice-versa.

O projeto resulta de uma parceria entre o NYC Economic Development Corporation e a B. Amsterdam, uma das mais bem-sucedidas incubadoras europeias, tendo sido atribuídos subsídios pelo governo holandês.

Fonte: B. Building Business

StartUp Portugal com taxa de execução de quase 90%

startup-portugal

O secretário de estado da indústria, João Vasconcelos, avançou que quase todas as medidas do StartUp Portugal já foram aplicadas e que contam, neste momento, com uma taxa de execução de quase 90%.

Durante a próxima semana já serão pagos os primeiros startup vouchers e, ainda este mês, também os primeiros vales de incubação.

O StartUp Portugal, lançado em maio do ano passado, é a estratégia do Governo de apoio ao empreendedorismo e prevê o estabelecimento da Rede Nacional de Incubadoras, tornar o país numa zona tecnológica franca, promover a inovação no Estado, com o Startup Simplex, e criar uma estratégia de emprego assente na criação de negócios próprios.

Esta iniciativa pretende, também, apoiar as startups, levando-as a eventos nacionais, internacionais e oficiais e ajudar com financiamento através de apoios ao investimento, criando um regime fiscal mais favorável, e ajudando todos aqueles que têm ideias inovadoras, através de programas como o Momentum, para jovens recém-licenciados, o startup voucher e o vale incubação.

Fonte: Dinheiro Vivo

Startups portuguesas marcam presença no Cleantech Camp

cleantech-camp

Há 4 projetos portugueses entre as 14 propostas selecionadas para participar no programa de aceleração Cleantech Camp, evento a decorrer em Lisboa e Barcelona. Focado nas ideias de negócio no campo das energias limpas, a Cleantech Camp apresentará 4 projetos com ADN português – Picma, Rocket Farm, Trigger Systems e a Fuelsave.io.

As ideias portuguesas irão competir entre elas e com mais 10 empresas espanholas. Esta posição representa um marco importante para estas startups ao terem conseguido sobressair entre 50 candidaturas.

O programa de aceleração Cleantech Camp contará com sessões de formação, eventos com players relevantes no setor das energias limpas e ainda com “os melhores profissionais de apoio ao empreendedorismo e com Albert Bosch, empreendedor, aventureiro, que fará uma sessão motivacional” – organização do Cleantech Camp.

Fonte: Eco

O primeiro acelerador de startups de nanotecnologia em Portugal

Startup Nano, é o nome deste primeiro acelerador de startups de nanotecnologia, foi pensado em conjunto pelo Laboratório Ibérico de Nanotecnologia (INL) e o Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (CeNTI), com o apoio da Startup Braga e a Universidade do Minho. Arrancou com quatro startups – Easy Biopsy, Go Clean, Best Health and Graphenest.

Estas quatro startups  recebem desde a ideia até à concretização do negócio para o mercado global, acesso a laboratórios e equipas especializadas em nanotecnologia e é no INL onde se fixam: uma infraestrutura internacional singular em nanotecnologia construída em Braga, pelos Governos de Portugal e Espanha.

Este primeiro acelerador, focado em nanotecnologia, consiste numa primeira fase – Launchpad –  que estará reservada à apresentação das ideias, para validação quer da tecnologia, quer do potencial de mercado. E só depois as equipas entram no programa de aceleração para desenvolver o produto e entrar no mercado. Durante quatro meses intensivos, as startups usam os apoios do programa para desenvolver o produtos e o negócio, com o apoio de mentores e especialistas nacionais e internacionais, antes de se juntarem a programas de imersão nos EUA e Reino Unido.

startup_nano

Fonte: Jornal Económico