CHOFER made in Portugal

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Já existem alguns serviços do género. Serviços que se propõem ligar pessoas que se querem deslocar àquelas que têm os meios – leia-se automóveis – para concretizar essas deslocações. A CHOFER é a mais recente, a concorrer com nomes bem conhecidos como a Uber ou Cabify. A diferença? É uma ideia nacional, desenvolvida integralmente por alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro que, num mês de atividade, já se instalou em Lisboa, Porto e no Algarve, contando com mais de 500 motoristas e 3.000 utilizadores e traçando planos para chegar mais longe.

O sistema de funcionamento é semelhante ao da concorrência: “para viajar, basta abrir a aplicação, confirmar o local onde quer iniciar e terminar a viagem e confirmar a chamada do veículo”. Depois, chega o motorista, ou seja, o chofer e a viagem pode então ter início. E também tal como a concorrência, chegado ao destino o pagamento é feito de forma automática e eletrónica (cartão de crédito), ainda que, para breve, estejam na calha outras formas de pagamento.

Entre as vantagens que a empresa destaca, para além do emprego apenas de motoristas licenciados, a possibilidade dada ao cliente de saber sempre quanto vai pagar (é facultado o valor estimado da viagem), assim como o agendamento da viagem com até 24 horas de antecedência. A estas junta outra: o transporte, para além dos passageiros, de objetos, documentos e cargas.

Fonte: Chofer

 

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Fábrica lança bolo-rei dietético para o Natal de 2012

Fonte: RTP

A fábrica Douromel, sedeada em Tabuaço, lança no mercado, em 2012, um bolo-rei feito com fruta confitada sem açúcar, um produto “inovador” desenvolvido pela universidade de Vila Real ao qual foi incorporado fibras dietéticas.

Pilar Santos, responsável pela empresa, disse hoje que, no Natal de 2012, já vai estar disponível este bolo-rei mais saudável para quem não dispensa os doces ou não pode mesmo ingerir açúcar.

A Douromel nasceu em 1991, na vila de Tabuaço, localizada no coração da região do Douro, produzindo anualmente mais de mil toneladas de frutas confitadas, o que representa cerca de 80 por cento do volume de vendas.

A pedido da fábrica, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) desenvolveu o “Nutridouro”, que contou com um investimento de 547 mil euros, aprovados no âmbito de uma candidatura à Agência de Inovação.

Liderado por Fernando Milheiro Nunes, docente do Departamento de Química, o projeto levou à produção de fruta confitada sem sacarose, utilizando outros adoçantes menos calóricos.

Mas, segundo explicou o investigador, ao mesmo tempo serão introduzidos outros ingredientes como fibra dietética para “também aumentar os benefícios para a saúde que podem advir do consumo desses produtos confitados”.

Numa altura em que os consumidores querem cada vez menos açúcar, Fernando Nunes referiu que, em termos energéticos, os novos frutos terão ter uma redução de cerca de “um quinto” nas calorias.

Pilar Santos acredita no “sucesso” do projeto que diz que vem dar resposta “às necessidades de consumos e de hábitos alimentares saudáveis”.

Lava-loiça ecológico separa gordura para produzir biodiesel

Fonte: Diário de Notícias

Investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) estão a desenvolver uma caixa ecológica que permitirá separar a gordura acumulada no lava-loiça e armazená-la para a produção de biodiesel.

O “GreenBox” é um dos projectos que vai estar em destaque no Dia da Inovação, que a UTAD promove na quarta-feira, em Vila Real, para divulgar a investigação que se desenvolve na academia transmontana.

Coordenado pelo professor e investigador João Barroso, o projecto visa a criação de uma caixa que fará a separação da gordura que fica na água da lavagem da loiça, resíduos que são “altamente poluentes” e “criam problemas gravíssimos nas estações de tratamento de águas residuais”.

“A Greenbox é colocada debaixo da pia e o objectivo é que a água saia para o sistema de saneamento e a gordura fique acumulada”, explicou o responsável.

A ideia é que esta gordura seja também recolhida “em tempo útil” para que possa ser aproveitada para a produção de biodiesel.

Nesta fase, a caixa está a ser criada para restaurantes e unidades hoteleiras, mas, segundo o responsável, mais tarde deverá ser também aproveitada ao nível dos condomínios dos edifícios.